Filme: “Ratatouille”

RatatouilleRemy é um rato diferente dos outros, não gosta de roubar comida, não gosta de restos do lixo, adora cozinhar, juntar alimentos diferentes para obter sabores diferentes.

Seu ídolo é o chef Gusteau cujo lema é “qualquer um pode cozinhar” e ao assistir a um programa de TV, descobre que ele morreu. Por coincidência, depois de muitas aventuras e perdido de sua família acaba parando em seu restaurante.

Lá conhece Lingüini, um rapaz que trabalha na limpeza do restaurante e um incidente acaba os unindo, pois todos acreditam que Lingüini sabe cozinhar e na realidade é Remy quem o ajuda.

Depois de um tempo, Remy reencontra sua família que quer demovê-lo da idéia de continuar a cozinhar, pois seu pai acredita que um rato deve continuar a viver como todo rato e não pode querer algo diferente.

Remy não segue a orientação de seu pai de voltar para sua comunidade, dizendo que se você só olha para trás não conseguirá ver o que vem pela frente e ele vai alcançar seu sonho, de se tornar um chef.

A parceria de sucesso entre Remy e Lingüini continua apesar de vários problemas que enfrentam durante todo o filme.

Em todos os momentos difíceis para Remy, aparece a imagem de Gusteau que é sua consciência que o orienta e o questiona sobre seus comportamentos e atitudes.

Agora, vamos comparar alguns aspectos desse desenho com a vida empreendedora.

A figura do rato que aparece no filme representa as várias categorias ou classes que muitas vezes são discriminadas pelas outras pessoas ou até por elas próprias.

Conheço muitas pessoas que acreditam que não podem e não têm o direito de sonhar em ter sua própria empresa, pois não se acham à altura disso. Por exemplo, por ser pobre, por ser mulher, por ser mais velho, por ser muito jovem, por ser deficiente não podem ser nada. É como o pai de Remy que acredita que se é um rato, será um rato pela vida inteira, afinal nunca teve um lugar digno no mundo.

Quando Remy diz que se olhar apenas para trás não verá o que vem pela frente, ele quer dizer que quantos de nós ficamos presos no passado, no que não foi conseguido, nas frustrações e dessa forma, não consegue visualizar o futuro, sonhar.

E como já disse em vários posts, o sonho é o mobilizador que faz com que as pessoas busquem um sentido para sua vida, mesmo com inúmeros obstáculos.

Em vários treinamentos que ministro, principalmente, aqueles em que trabalho o autoconhecimento e feedback, percebo que todas as pessoas possuem um “grilo falante” como o Gusteau, porém poucos acreditam nele e sempre vêm em busca de alguém de “carne e osso” que confirme tudo o que sabem. Por isso, sempre digo que as respostas todos têm, só falta fazer para si mesmo as perguntas.

Quando Gusteau diz que “todos podem cozinhar”, podemos transpor para nossa realidade e afirmar que as pessoas podem fazer tudo o que desejarem desde que se predisponham a isso por meio de capacitação, treinamento, relacionamento ou qualquer outro meio para atingirem seus objetivos.

Por meio da parceria de Remy e Lingüini podemos analisar que muitas vezes sozinhos não poderemos atingir nossos objetivos, porém quando encontramos pessoas que nos complementam podemos ter melhores resultados.

Esse desenho nos faz pensar sobre paradigmas, preconceitos, obstáculos e acima de tudo, no poder que temos em realizar tudo o que desejamos.

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