Livro: “As 48 Leis do Poder”

Ontem, comprei este livro e estou me deliciando em suas páginas, é claro, que em alguns momentos parece não ser ético algumas ações que o autor propõe, mas é questão de cada um avaliar e ponderar em relações a seus valores.

É muito divertido, conta histórias, ilustra com parábolas e citações e me fez refletir sobre muitas coisas que já vi acontecer no mundo empresarial e porque algumas pessoas conseguem atingir o que desejam e outras não.

O Poder é algo que ou se ama ou se odeia, mas necessária quando você está no mundo dos negócios, afinal “poder é a capacidade de conseguir que os outros façam o que você quer”.

Uma das leis que amei foi “Diga sempre menos do que o necessário”, pois acredito que muitas vezes, falamos mais do que o necessário, nos deixando desprotegidos e vulneráveis. Tem até uma história que retrata isso e que contarei abaixo:

Kondrati Rileiev, um dos líderes da insurreição no governo do czar Nicolau I, foi condenado à forca. Mas, a corda se rompeu e ele foi ao chão. Na época, essas ocorrências eram sinal da Providência divina e quem se salvasse da morte dessa forma costumava ser perdoado. Quando Rileiev se levantou, sujo e arranhado, mas acreditando que estava salvo, gritou para a multidão: “Estão vendo, na Rússia não sabem fazer nada direito, nem mesmo uma corda!”

Irritado, Nicolau I começou a assinar o perdão. Mas então o czar perguntou ao mensageiro: “Rileiev disse alguma coisa depois deste milagre?”. E o mensageiro respondeu o que Rileiev havia dito.

“Nesse caso”, disse o czar, “vamos provar o contrário”, e rasgou o perdão. No dia seguinte, Rileiev foi para a forca e desta vez, a corda não se rompeu.

E você, como tem utilizado seu poder?

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Texto: “O Direito de Brincar”

Este texto de Gilberto Dimenstein nos faz refletir do quanto gostamos do que fazemos e de aprender novas coisas. E a vida do empreendedor deve ser feita de aprendizados e novos desafios.

… EDUCAR é ensinar o encanto da possibilidade, e APRENDER é sentir a emoção da descoberta. Gostar de aprender sempre é o melhor (e o mais útil) que uma escola pode ensinar a seus estudantes. O resto é detalhe.

Somente progride, de verdade, em sua profissão quem gosta de aprender; basta ver o histórico das pessoas que atingiram sucesso profissional.

Ansiosos, os pais querem que seus filhos aprendam rapidamente a ler e a escrever, quando deveriam apenas saborear a “contação” de histórias.

… Brincar é, em essência, experimentar a emoção da descoberta. É surpreender-se investigando, no cume da árvore, as frutas e as flores. É admirar as conchas na praia, olhar os peixes no rio, sentir o gosto da chuva no rosto, sujar-se na lama, entrar em cavernas. Ou simplesmente ficar sem fazer nada vendo as coisas, quaisquer coisas, passarem, entretido com o canto de um passarinho. É cutucar a terra, … ficar sentado, intrigado com as cores do arco-íris.
Na brincadeira, unem-se o prazer e o aprendizado. Todos os grandes profissionais que conheci trabalham como se estivessem brincando. Até podem gostar de ganhar muito dinheiro, mas, provavelmente, fariam o que fazem (e com o mesmo empenho) por pouco dinheiro.

…quanto mais longe vai o indivíduo, mais prazer ele tem naquilo que faz. Por isso ele suporta tanto estresse e frustração – o preço que é cobrado pelo alto desempenho.

Filme: “A Corrente do Bem”

Um professor passa uma atividade para seus alunos da 7a. série: pensar em um jeito de mudar o mundo e colocá-lo em prática, porém não tem muitas expectativas em relação aos resultados.

Mas, um de seus alunos, Trevor, decide levar isso mais sério do que o professor previa e inicia o que ele chama de “Corrente do Bem” que funciona da seguinte forma: fazer algo de bom para três pessoas e cada uma delas deve fazer o mesmo para outras três, aumentando progressivamente a corrente.

Trevor inicia sua ação com um rapaz sem-teto e drogado, dando-lhe um lugar para morar e para tomar banho, mas como não consegue tirá-lo das drogas, acredita que fracassou em sua primeira iniciativa. Mas, na realidade, o rapaz passa para frente o que Trevor pediu.

Em seguida, Trevor tenta juntar sua mãe alcoólatra e seu professor cheio de traumas para ter pela primeira vez, uma família completa, já que seu pai sempre foi ausente.

Trevor não imagina que sua corrente está se concretizando, mas por meio dela, muitas pessoas tiveram suas vidas mudadas… e para melhor.

Mas enfim, talvez você pergunte: “o que isso tudo tem a ver com empreendedorismo?”.

O caminho do empreendedorismo é construído por um grande corrente, afinal, quando alguém abre uma empresa e gera um emprego faz com que esta pessoa ganhe dinheiro para comprar algo de outra empresa que ao ter mais clientes, acaba gerando mais empregos.

Estes empregados colocam mais dinheiro na economia que se desenvolve e a cada dia, novas oportunidades são criadas para novos empreendedores e assim por diante.

Esta é a corrente do bem dos empreendedores que devemos alimentar a cada dia por meio de empresas melhores planejadas e preparadas para o futuro.