Será que você sabe o que quer e o que não quer?

Recebi o comentário abaixo do Jackson sobre o filme “As Férias da minha Vida” e achei interessante seus questionamentos, veja:

 

Muito boa a idéia do livro das possibilidades, pois pode ser um instrumento útil para dimensionar com objetividade o que realmente se quer e se pode esperar da vida. Sem propósitos na vida não se justificam os lamentos. A primeira mudança da personagem foi a consciência de que a vida é preciosa demais para ser desperdiçada. Assim, ela resolveu abandonar seus medos e receios, entre eles o de se entregar aos desafios para conquistar o que ela realmente queria. Só abriu mão, porém, do principal: realizar seus sonhos ao lado de quem amava, porque ela não desejava trazer sofrimento a eles. Apesar de todas as ferrenhas críticas contra os exageros, repetições e idéias do filme, tomo minha mãe como termômetro: se ela compreender a mensagem, se ela se emocionar, então, realmente o filme é inteligível e consegue trabalhar eficazmente as emoções. Foi o que aconteceu.

Eu acrescentei algumas perguntas pra mim mesmo:

O que não quero pra mim?

O que posso fazer para evitar as coisas que não desejo viver ou experimentar?

Como estou colocando as pessoas que amo nos meus propósitos? É necessário colocá-las?

 

Muitas pessoas fazem esses mesmos questionamentos, porém, garanto que muitas passam a vida toda sem uma resposta, pois principalmente têm medo de expor o que desejam e falharem e vergonha de dizerem o que não querem e as outras pessoas falarem mal delas, pois podem ir contra a muitos valores, crenças e paradigmas.

Que tal assumir seus verdadeiros desejos e medos para ser mais feliz do que é hoje?

 

 

 

 

 

 

Trocando experiências

Ontem, estive em uma confraternização de um grupo de amigos empresários que fizeram o Seminário Empretec. Comemos, bebemos e rimos muito e como não podia deixar de faltar: conversamos sobre negócios.

Normalmente, quando encontro um grupo de empresários, as conversas giram em torno dos problemas e reclamações, porém este grupo estava muito mais focado nas soluções para seus negócios, mesmo que seja necessário virá-los de ponta cabeça e realizar uma completa mudança, o que exige muita coragem e planejamento.

Além disso, surgiram novas idéias de negócios para (logicamente) ganharmos mais dinheiro. Agora, o próximo passo é estudarmos a viabilidade.

Foi um encontro altamente produtivo, pois tivemos nosso momento de relaxamento, mas também aproveitamos a oportunidade de termos mentes privilegiadas que podiam agregar muito valor ao nosso encontro, tornando-o muito rico.

Eu, particularmente, sai mais leve para começar a semana, com aprendizados e uma nova oportunidade de negócio que conhecerei daqui a algumas horas.

E você, como aproveita momentos como esse?

Texto de Fernando Pessoa

Recebi este texto de uma amiga e decidi compartilhar com vocês, principalmente, por ser sexta-feira, depois de muitos terem passado e ultrapassado vários obstáculos e problemas em seu caminho empreendedor. Curta o texto e recarregue suas energias para continuar a construção de seus castelos:

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma .
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um ‘não’.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.Pedras no caminho?

 

 

Guardo todas, um dia vou construir um castelo…

 

História empreendedora: “Áudio Visual Produções”

Vamos contar a história da paranaense Mônica Loureiro Jorge, 43 anos, casada com 1 filho proprietária da Áudio Visual Produções que produz vídeos para TV, institucionais e documentários em Vila Velha (ES) desde 1989. Atualmente conta com 6 funcionários.

  • Existem empreendedores em sua família? Quem? Serviram como inspiração para você? Isso facilitou ou não sua entrada no mundo dos negócios? Por quê?

Meu pai é um homem ousado, já teve várias empresas, e isso talvez tenha feito eu ter menos medo das coisas. Foi ele também quem me deu uma câmera quando eu tinha 12 anos de idade (na época a gente gravava com Super 8 e 8 milímetros ). Peguei gosto pela produção de vídeo com ele.

  • Como e quando começou?

Em 1989, na época em que meu marido e eu nos casamos. Estava me formando em Jornalismo, e comecei a ver o mercado de eventos como uma boa forma de usar minha criatividade nas edições de vídeo, e nas gravações.

  • Decidiu empreender por necessidade ou viu uma oportunidade?

Acho que vi a oportunidade chegando. Na época em que começamos, todo mundo adorava ter seu evento filmado, não importava se fosse grande ou pequeno… Muitas vezes num aniversário de criança não tinha grandes coisas, mas tinha um profissional seguindo a criança do começo ao final da festa. Acho que me diverti muito trabalhando, pois só acredito que quem faz o que gosta é que vai pra frente… É claro que chegou uma hora em que eu já estava achando os aniversários e casamentos todos um saco, e hoje, para falar a verdade, não gosto de ir nem como convidada. Nosso foco passou a ser produções de TV.

  • Fale sobre sua vida e se for importante, a influência de seus pais ou outras pessoas (esposa, marido, filhos)

Acho que a idéia de montar uma empresa também surgiu porque meu marido trabalhava numa empresa onde não gostava, como metalúrgico. A companhia mandou mais de 500 funcionários embora e isso foi essencial para ele ver que queria seguir outro caminho. Hoje ele jamais voltaria a ser metalúrgico.

  • Quais dificuldades encontrou e o que fez?

A dificuldade maior foi a de não ter tido capital de giro, de ter começado meio “fundo de quintal”, meio “empresa familiar”. Talvez isso tenha atrapalhado a profissionalização, mas hoje não temos dívidas. Procurei fazer vários cursos no SEBRAE, eu na parte administrativa, e meu marido procurou ajuda nas televisões, procurando ser também muito autodidata.

  • Teve ajuda ou foi um solitário?

Eu nunca tive vergonha de buscar ajuda das mais diversas pessoas. Minha terapeuta, por exemplo, me ajudou muito a arriscar, a não ter medo das coisas, a não ter que ser perfeita…. Uma época em que a empresa estava meio pra baixo, eu contratei um coach, que fez a empresa dar uma verdadeira guinada….

  • Quais resultados obteve?

Sinto que ainda tenho muito o que aprender na vida e com as pessoas. Continuo buscando ajuda por todos os lados, querendo sempre aprender cada vez mais… Isso é que eu acho que pode fazer diferença. Nossa empresa cresceu muito e hoje faz trabalhos bem importantes para as emissoras locais… Mas sempre teremos muito a aprender, em todos os sentidos…

  • Quais os piores e melhores momentos, erros e acertos?

Acho que a parte pior que a gente passou foi a de ter misturado muito a vida profissional com a pessoal… Ter priorizado mais a empresa do que nossa própria vida durante muito tempo… Hoje somos muito mais equilibrados, damos muito valor ao lazer e a nossa vida.

  • O que aprendeu com tudo o que já passou? O que faria diferente e o que faria da mesma forma?

O que eu faria diferente é ter me profissionalizado antes, ou seja, ter separado a conta da empresa da nossa (isso foi o primeiro passo para a prosperidade) e ter me organizado melhor com as pessoas, valorizado mais cada hora de edição que passamos na empresa, cada fim-de-semana que passamos trabalhando. Mas, acho que tudo temos que levar como lição.

O que faria novamente (e talvez melhor) é ser atenciosa com os clientes, dar valor a eles, e “andar um quilômetro extra” todos os dias, seguindo os conselhos do autor “Napoleon Hill”…

Mensagem final:

  • O que você diria para outros empreendedores?

Acho essencial a humildade… Ser humilde não é ser “simplório”, como muitas vezes nós já fomos. Humildade para aprender cada dia mais. Considerar cada adversidade como um “futuro benefício” e aprender com os erros para não cometer novamente…

 

Quem quiser entrar em contato com a Mônica, acesse:

E-mail : audiovisualpro@terra.com.br

Site: www.audiovisualpro.com.br

Filme: “Doze homens e uma sentença”

 Alguns vão pensar que escrevi o nome do filme errado, acreditando ser “12 homens e um segredo”, mas não é. Este é um filme “um pouco antigo”, de 1957 com Henry Fonda bem novinho e por incrível que pareça ele se passa 97% do tempo em uma pequena sala. O que poderia parecer monótono, se torna uma incrível e dinâmica cena.

Doze homens participam de um juri para culpar ou inocentar um rapaz pela morte de seu pai, porém a justiça americana deixa bem claro: se você não tiver certeza da culpa do réu, deve inocentá-lo. Os onze jurados querem terminar logo com a situação e declaram culpado o réu, porém o jurado número 8, não tem certeza e começa a questionar cada um dos outros onze. Até porque acredita que uma decisão não pode ser tomada tão rapidamente, afinal é a vida de um ser humano.

Podemos ver claramente neste filme, como as pessoas são levadas a tomar decisões levando em conta apenas seu interesse (um dos jurados quer ir logo embora, pois tem um jogo para assistir) e a grande maioria utiliza acontecimentos em sua vida, preconceitos, crenças e valores (vários jurados utilizaram critérios como a raça, situação financeira, relacionamento com filho) para julgar o réu.

O jurado número 8 (Henry Fonda) em nenhum momento defende a inocência do rapaz, mas provoca os outros jurados a pensarem e apesar do filme ser antigo, ele é muito atual, pois nos faz refletir em quantas decisões tomamos guiados pela emoção e simplesmente fazemos julgamentos presos em nosso passado.

No mundo empresarial, quantas vezes julgamos um cliente, um fornecedor ou um funcionário por ele se parecer com um outro com o qual tivemos problemas, ao invés de analisarmos individualmente. Por exemplo, um fornecedor foi desleal e passa-se a acreditar que todos serão; um cliente não pagou e passa-se a acreditar que todos serão devedores; um funcionário deu um desfalque e passa-se a acreditar que todos são desonestos.

Se continuar a pensar dessa forma, nunca construirá relações que levem a empresa ao crescimento, pois apenas ficará se munindo de armas para lutar contra o mundo.

Julgamentos, preconceitos e paradigmas são muito prejudiciais aos empreendedores, pois podem perder inúmeras oportunidades de negócios.

Como empreendedores, devemos seguir o exemplo do jurado número 8 e começar a questionar mais, pensar mais e buscar novas formas de ver o mundo. Provavelmente, você se surpreenderá. Assista ao filme e envie seus comentários.

II Seminário Empretec para Dekasseguis

 

Entre os dias 30 de agosto e 7 de setembro de 2008, aconteceu em Mogi das Cruzes-SP, o II Seminário Empretec para Dekasseguis com 27 participantes.

 

Mais um seminário fantástico onde pessoas buscaram seus limites, desafios nunca imaginados, mudanças significativas que impactarão em suas vidas.

 

A cada seminário, percebo como sou uma profissional privilegiada, pois tenho a oportunidade de participar de momentos únicos que me tornam uma pessoa melhor.

 

São momentos em que revejo minha vida, agradeço pelos meus dias vividos intensamente e projeto minha visão de futuro para que tudo tenha um sentido, um propósito.

 

Mais uma vez algumas características orientais das quais tanto me orgulho apareceram, tais como: determinação, disciplina, organização e o senso de cooperativismo. Pessoas que não esmoreceram, apesar do cansaço. Pessoas que até o último minuto buscaram ajudar às outras. E sempre com alegria e um sorriso no rosto.

 

O alto astral desta turma foi contagiante, todos os dias, apesar das inúmeras atividades e pressão não deixavam a peteca cair.

 

Os resultados gerados foram brilhantes, demonstrando a força empreendedora de cada participante e isto, é um sinal de como podem utilizar essa força na gestão e desenvolvimento de seus negócios.

 

Meus agradecimentos especiais:

 

ü     À equipe do Escritório Regional do Alto Tietê que agüentaram a bagunça que fizemos durante estes 9 dias.

ü     À minha amiga Ana Maria Coelho (Gerente do ER Alto Tietê) que mais uma vez apostou neste seminário.

ü     Ao Eduardo Koji Fukuyama (Analista do ER Alto Tietê) que conseguiu montar este grupo com tanto êxito e também foi participante.

ü     Aos meus amigos facilitadores, Paulo Pato Vila e Antenor, que apesar de não serem orientais, incorporaram nosso jeito de ser e saíram tão “japoneses” quanto nós. Valeu pela dedicação, comprometimento e profissionalismo

ü     Minhas guerreiras: Cássia, Érika, Emi, Márcia, Marisa, Marli, Mayumi, Roberta, Silvia e Tatiana. Mulheres que descobriram uma força e um potencial enorme de realização, que ganharam prêmios, se desafiaram, fizeram coisas que nunca imaginaram ser possível. Mostraram para si mesmas que são mães, esposas, empreendedoras e acima de tudo, MULHERES, muito especiais.

ü     Meus guerreiros: Koji, Eidi, Fábio, Fernando, Gerson, Henri, Jaques, Toya, Ratão, Tofu, Eguchi, Roberto, Sussumu, Sérgio, Torao, Wiliam e Wilson. Homens que foram em busca de novos desafios e verificaram o quanto podem realizar, que nos fizeram rir e também chorar e que demonstraram uma enorme capacidade de ajudar uns aos outros nos momentos mais difíceis.

 

Foi um seminário de muitas histórias que todos nós guardaremos em nossas lembranças mais ternas.

 

Um grande beijo no coração de todos e muito sucesso nessa jornada empreendedora!