Curso de Formação de Preços e Gestão Financeira

Segundo pesquisa do Sebrae:

21% das empresas fecham no primeiro ano por falta de capital de giro

51% das pequenas empresas não fazem planejamento financeiro

58% das pequenas empresas não têm sistema de controle de custos

43% dos empreendedores abrem o negócio sem usar nenhum critério para calcular os preços de venda

Não faça parte dessas estatísticas, venha realizar o Curso de Formação de Preços e Gestão Financeira nos dias 15 e 16/04/2011 em São Paulo.

Os três instrutores são empresários, facilitadores do Empretec e professores da disciplina de Empreendedorismo de universidades, veja curriculum: http://espacodoempreendedor.wordpress.com/facilitadores/

O curso será prático com planilhas, exercícios e um jogo empresarial onde serão avaliados os comportamentos, habilidades e competências em uma simulação de mercado.

Para maiores informações acesse:

http://espacodoempreendedor.wordpress.com/curso-de-financas/

Filme: “Onde vivem os monstros”

Quando peguei esse filme na locadora, foi apenas pela capa bonitinha e por ter prometido para minha filha de 5 anos uma noite de pipoca com filme. Achei que seria um filme bom para dois adultos e uma criança se divertirem e passarem o tempo.

Mas, o que seria apenas diversão, virou um momento de reflexão para todos nós.

É a estória de um garoto chamado Max que se sente solitário e sempre busca fazer algo para chamar a atenção de sua irmã adolescente e de sua mãe divorciada.

Para brincar, Max inventa muitas estórias, criando seu mundo de fantasia.

Um dia, chama por sua mãe para mostrar o forte que construiu, mas ela diz que está ocupada e não pode ir. Na realidade, ele verifica que ela está com seu namorado e isso desperta toda sua raiva e ciúmes.

Começa a provocar sua mãe, fingindo ser um monstro, se descontrola, gritando e correndo pela casa até que sua mãe o alcança e o segura. Nesse momento, para se soltar, ele a morde e sai correndo pelas ruas.

Em sua imaginação, ele viaja pelo mar até alcançar uma ilha habitada por “monstros” onde para não ser devorado diz ser rei.

São sete monstros: Carol, Douglas, Janeth, Ira, Alexander, Touro e KW.

Os monstros ficam felizes ao terem um rei, pois acreditam que ele trará a felicidade que há tempos eles não sentem.

Max começa a fazer com que eles brinquem e assim, eles se sentem felizes. Mas, nem tudo é brincadeira, Max começa a ver naquele grupo vários comportamentos que teve em várias situações de sua vida e isso começa a fazer com que ele amadureça e entenda melhor o que passa em sua vida.

Os monstros também começam a entender que não é um rei que trará sua felicidade e alegria, mas que eles são responsáveis por isso.

Posso dizer que não é um filme infantil, mas é uma grande viagem ao nosso mundo interior. Afinal, crianças e adultos são iguais na essência, se diferenciam apenas na intensidade e na forma com que expõem seus sentimentos mais profundos.

Os monstros do filme representam exatamente nossos sentimentos:

1.       Carol – impetuoso, intenso, dramático; não por ser um ser mau, mas por estar perdido e se sentir abandonado.

2.       Douglas – o grande amigo de Carol que apesar de ser agredido e magoado é sempre fiel.

3.       Alexander – o bode carente e com baixa autoconfiança que sempre diz que ninguém o ouve e lhe dá atenção.

4.       Judith – agressiva, que fala o que vem à sua cabeça, sem se importar em ser sutil.

5.       Ira – o amável companheiro de Judith. Sempre disposto a ajudar e manter sua companheira calma, mesmo recebendo broncas.

6.       Touro – possui uma aparência que dá medo, principalmente por não falar nada e apenas observar. Ao final, se mostra um ser melancólico e de bom coração.

7.       KW – dócil, maternal, para não discutir prefere se distanciar.

Ao assistirmos ao filme e observarmos o comportamento de cada monstro, podemos nos ver em vários momentos de nossa vida agindo da mesma forma. Tão forte que isso se mostra que minha filha conseguiu se ver nos atos de Carol, ao brigar conosco, em seus momentos de raiva ao ser contrariada.

Além disso, ao perguntar a ela qual personagem que mais gostou, disse que foi do bode magrinho e por que será? Nos momentos em que se sente contrariada sempre diz que ninguém a entende! Incrível como os semelhantes se atraem.

Que tal enfrentarmos nossos monstros interiores para buscarmos a felicidade que está apenas em nossas mãos e não nas de um salvador que talvez nunca apareça.

 

 

Filme: “Gênio Indomável”

Will é um rapaz de 20 anos que passou por reformatórios, famílias que o adotaram, mas onde sofria agressões. Assim, tornou-se uma pessoa sem vínculos, com exceção de três amigos que sempre o acompanham nas saídas e brigas.

Porém, Will é um gênio, sem ir à uma universidade, consegue expor sobre economia, história e principalmente, resolver teoremas matemáticos complexos.

Por causa de uma briga, Will vai para a cadeia, mas um professor que descobre seu talento resolve ajudá-lo, mas Will terá que cumprir duas tarefas: estudar matemática e frequentar um terapeuta. Ele concorda em estudar, mas utilizando sua inteligência, manipula e sabota vários terapeutas que desistem de trabalhar com ele.

Até que seu professor contata um ex-colega de universidade que concorda em conhecer Will.

Começa aí uma série de encontros onde em vários momentos confunde-se a figura do terapeuta/ cliente. Suas discussões e leituras pessoais faz com que eles se vejam como em um espelho. Apesar de suas diferenças, percebem que as semelhanças são maiores.

Will tem seus medos, principalmente, do abandono. Sean se sente abandonado pela morte de sua esposa. Em um momento, Will começa a discorrer sobre alguns assuntos e Sean pergunta: “O que você quer?”.

Will continua a discursar e Sean diz a ele que é um rapaz inteligente que pode falar sobre vários assuntos, mas não consegue responder a uma pergunta tão simples. Sean, na realidade, também se vê nesse caos.

Após esta sessão, ambos refletem e tomam suas decisões a fim de deixarem o passado para trás, rumo a um futuro que desejam (re)construir.

A pergunta “O que você quer?” parece ser a mais simples que existe, mas lidando com pessoas nesses onze anos de trabalho em treinamento, vejo que grande parte dá uma resposta automática, pensando no que os outros gostariam de ouvir.

No momento em que respondemos claramente esta pergunta, conseguimos fazer nosso planejamento e executar as ações necessárias para alcançar nossos desejos. Porém, se não conseguimos respondê-la com clareza, andamos em círculos, culpando pessoas e situações, sentindo frustrações, causando uma desmotivação.

Quantas pessoas também possuem um “Gênio Indomável”? São talentosas, mas o medo e a falta de autoconfiança faz com que não consigam se relacionar com outras pessoas, não se mobilizem para seus projetos, enfim, conseguem se auto sabotar. As pessoas gostam de se sentir vítimas para serem confortadas, afinal, vencedores, muitas vezes, são desprezados.

Que tal tirar o dia para pensar e estabelecer:  O que REALMENTE você quer?

Trabalho não mata, o que mata é a raiva!

Achei brilhante essa frase dita pelo Dr. Roberto Kalil que participa do Programa Bem Estar da Globo, segundo ele quem disse isso é o Dr. Adib Jatene.

Ele citou essa frase depois de questionado se o estresse por causa do trabalho pode ocasionar a pressão alta.

A palavra “trabalho” vem do latim tripalium que era um instrumento de tortura sustentado por três estacas. Se pensarmos no sentido etimológico da palavra, quer dizer que trabalhar significa ser torturado, sofrer. Se considerarmos isso, podemos afirmar que o trabalho “pode” matar, mas só “se” você quiser e deixar.

Não discorrerei aqui sobre o aspecto médico que não é minha especialidade, mas utilizarei isso para falar sobre o que vejo acontecendo nas empresas.

Em todos os treinamentos, encontro funcionários descontentes (quase todos) com as horas excessivas de trabalho, cobranças dos chefes, pressão para atingir resultados, acúmulo de trabalho (poucos funcionários para muitas atividades).

Ao conversar com eles durante os coffee-breeaks ou almoços, questiono se já conversaram com seus superiores, negociaram com seus pares, delegaram atividades para outras pessoas e muitos respondem: “Não adianta… nada muda… nem perco meu tempo…”.

E com isso, vão guardando o sentimento de raiva que vai corroendo pouco a pouco sua autoestima, sua percepção da realidade, a busca pelos seus sonhos.

Mas será que essa raiva é sentida pelos outros ou é por si próprio, por não conseguir agir e tomar uma decisão?

É comum, terceirizarmos responsabilidades (o fulano deixou de fazer, o sicrano é assim), mas o quanto somos capazes de assumir as nossas incompetências, erros e impossibilidades?

O trabalho por si só não mata, mas a angústia, a raiva, a frustração fará com que você se desequilibre emocionalmente. Por exemplo, se você começa a ter insônia, provavelmente tudo o deixará irritado, começará a discutir com as pessoas, perderá a fome e consequentemente, começarão problemas físicos: enxaquecas, gastrites, pressão arterial elevada etc.

Se o chefe ou um colega de trabalho te deixa “raivoso”, questione sobre o que você pode mudar nessa situação. Conversar com ele de forma franca? Mudar seu comportamento? Buscar uma oportunidade em outra área ou outra empresa?

Mudar os outros, não conseguiremos; mas, construir e seguir o nosso caminho está apenas nas nossas mãos!

Você sabe como sua encomenda chega ao seu destino?

Cena 1 – Você precisa presentear uma amiga e decide ir a uma floricultura para comprar um vaso de orquídeas que ela adora.

Cena 2 – Você escolhe na floricultura um belo vaso com muito carinho, escreve um cartão e pede para entregar no local de trabalho de sua amiga.

Cena 3 – O motoboy pega o vaso, coloca em uma caixa aberta na garupa de sua moto e sai acelerando para entregar a encomenda do outro lado da cidade.

Cena 4 – A flor chacoalha de um lado, chacoalha de outro até chegar ao seu destino.

Cena 5 – Sua amiga recebe a flor toda desmantelada entregue pelo simpático motoboy e o que ela vai achar? Que você não teve nenhum cuidado ao escolher seu presente, mas ela nunca te falará isso! E você continuará a comprar flores na mesma floricultura e enviando para pessoas que você gosta!

Você acha que isso é uma história de ficção? As Cenas 1, 2 e 5 realmente não posso afirmar que foram dessa forma.

Mas as Cenas 3 e 4, acabei de presenciar em pleno centro de Mogi das Cruzes.

O motoboy com uma caixa aberta na garupa com dois vasos de flores e elas iam de um lado para o outro, sem o mínimo cuidado. Isso é uma total falta de cuidado com o cliente.

Muitas empresas se preocupam com a venda até o pagamento no caixa e depois, nem se lembram que o cliente existe.

A preocupação da venda só termina quando a encomenda chega ao local e se verifica que tudo chegou conforme combinado.

Depois dessa cena, fico imaginando, quantas vezes encomendei flores e pedi para entregarem no local, como será que elas chegaram e o que as pessoas acharam da minha escolha. Será que chegaram inteiras?

Quando solicitar uma entrega, certifique-se de como ela é feita e depois, peça sinceridade aos seus amigos para verificar em que estado chegou. É um direito seu de ter um serviço adequado e pelo qual você está pagando.