Será que está caro?

Mais um post parceiro TeuControlelogo teu controle

Olá…

young-man-sitting-on-sofa-and-writing-in-notebookTenho escutado a frase “isso é muito caro”, mas se pensarmos direito e se tivéssemos o dinheiro para comprar o bem ou o desejo, seria caro mesmo?

No TeuControle pensamos que nem tudo é caro, tem vários itens que devem ser analisados e comparados para termos a certeza de que o item de desejo é realmente caro.

Vamos pensar assim!

O produto ou bem desejado é caro ou você que não tem dinheiro para comprá-lo?

 Quando falamos que o produto ou o bem é caro, geralmente é porque queremos naquele momento e não nos preparamos para a compra, por isso fica inviável a aquisição ou pior, há o endividamento para adquiri-lo.

portrait-of-smiling-woman-drinking-coffeeAlgumas oportunidades são únicas, por isso você deve estar preparado para quando ela chegar.

Há uma lenda que diz que a Deusa da Oportunidade é uma mulher que tem o cabelo em forma de rabo de cavalo na testa, mas é careca na parte detrás da cabeça, por isso devemos agarrá-la de frente, pois se deixarmos passar, não conseguimos segurá-la.

Quando estamos preparados, as oportunidades aparecem e podem mudar sua vida para sempre. Estar preparado é começar a poupar, fazer reservas e quando estamos preparados podemos buscar oportunidades, podemos melhorar o ambiente de casa com móveis novos, um carro com mais acessórios ou uma viagem. É se planejar para acontecer.

Como diz o ditado: “Construa uma porta que a oportunidade bate”.

portrait-of-baby-boy-playing-on-laptopPlaneje sempre o seu financeiro, analise quase diariamente como anda suas finanças, observe para onde seu dinheiro vai e nunca o perca de vista.

O TeuControle faz isso com você, ele te ajuda a controlar e planejar suas finanças de forma estruturada e com o nosso blog você adquire técnicas e dicas de como lidar com o dinheiro.

Acesse www.teucontrole.com faça seu cadastro e peça gratuitamente seu E-book com dicas práticas de finanças pessoais.

É como falamos sempre “é você, no controle das suas finanças”.

Não deixe esta oportunidade passar e comece 2017 com o pé direito porque a decisão de melhorar é sua.

Até o próximo post.

Equipe TeuControle

Como dar mesada aos filhos

Mais um post sobre finanças do nosso parceiro TeuControle.com

mesada_meu-bolso-azul

Não adianta nada fazer um controle das finanças se você não explica à família o real motivo desse controle. Quando se faz o controle das finanças entre o casal da família fica mais simples, pois eles sabem como anda as finanças no dia a dia.

Passar esse comprometimento aos filhos que é o desafio, pois suas necessidades e valores sobre o dinheiro são diferentes de nós, pais. Um bom caminho para explicar finanças aos filhos é começar trabalhando a mesada, e o que é mesada?

 educacao-financeira-pais-filhos-mesada “É um valor acordado entre pais e filhos a ser entregue regularmente para que os filhos aprendam a lidar com dinheiro com uma certa independência” – neste caso ainda não é uma independência total.

Para que os filhos entendam o valor do dinheiro, o ideal é começar o mais cedo possível, o educador financeiro Álvaro Modernell explica como pode ser este processo.

Este processo pode ser aplicado no TeuControle.com, utilizando como recurso – adicionar uma despesa com o nome “mesada” e utilizar repetir “semanalmente ou mensalmente”.

Olhe o quadro abaixo para ter der dicas e um parâmetro de periodicidade:

slide1

Outra dúvida frequente é: qual o valor deve ser dado? O importante é os pais terem a noção muito clara a respeito de suas condições financeiras, não se baseie pelo “coleguinha” da escola, é buscar uma média.

 pais-educacao-financeira-filhos Entenda que a mesada é um instrumento de educação financeira. Ela por si só não ensina nada, é preciso orientação dos pais. A utilização do TeuControle.com vai te ajudar criando “perfis” na aba Configurações – Criar Perfil.

É explicar que se ele (criança/ adolescente) quer comprar algo e custa mais caro do que ele recebe de mesada, precisa juntar 2 ou 3 mesadas para adquirir, pode ensinar a pedir descontos com pagamento à vista, comparar preços (pesquisas de mercado).

Devemos manter o compromisso como pais de comprar o lanche da escola, pois se utilizarmos a mesada para a compra do lanche pode ocorrer o risco de que a criança troque o lanche pelo dinheiro. É o mesmo caso na adolescência, manter a compra de roupas, sapatos e cursos como prioridade dentro do orçamento da família sem comprometer a mesada, mas se quiser comprar algo que foge ao orçamento familiar, aí sim deve-se utilizar a mesada como recurso.

filhos-empreendedores Uma outra forma de melhorar a mesada é estimular o empreendedorismo da criança/ adolescente, desenvolver uma atividade que gere renda. Se a criança/ adolescente tem alguma habilidade artística pode ensinar alguém ou produzir para vender. Sempre com orientação dos pais.

Nunca compre notas escolares! Se tirou boas notas o valor permanece o mesmo, se as notas não estão boas, limite-se apenas a monitorar os gastos, a mesada será mantida.

Estimule a criança/ adolescente a poupar no mínimo 20% da mesada. Mantenha uma regra clara sobre o que você irá pagar e o que irá sair da mesada dele.

Uma outra dica importante: se você vai dar R$ 100,00, dê R$ 50,00, a escassez ensina mais do que a abundância! É mais fácil equilibrar a mesada para cima do que para baixo.

Educação financeira se baseia em “quando tem o dinheiro disponível, pode-se consumir, mas sem perder a responsabilidade, quando não tem é preciso esperar e juntar para conseguir o que quer”.

Acesse TeuControle.com e tenha uma saúde financeira estável, porque é “você, no controle das suas finanças”.

Se gostou das dicas compartilhe nas suas redes sociais. Abraços e até o próximo post.

Equipe TeuControle.com

marca-teucontrole

Educação: o caminho para a liberdade

trabalho infantil

O segredo da liberdade se estabelece em educar as pessoas, enquanto que o segredo da tirania está em mantê-las ignorantes.

Maximilien Robespierre

 Ao me deparar com a frase acima em um post de uma amiga, pensei que ela poderia resumir o meu pensamento em relação à questão da Educação e Trabalho Infantil.

Todos estamos cansados de saber e esse tema sempre surge na época das eleições dizendo que a Educação é que levará a um país melhor. Se sabemos que essa é uma verdade por que não damos a atenção necessária a ela? Por que os discursos são bonitos, mas a prática é um pesadelo?

Sabemos que lugar de criança é na escola, porém não é a escola como estamos percebendo: um depósito de crianças onde os pais as deixam para poderem trabalhar, sem o mínimo de qualidade, com a falta de preparo de professores, com um modelo antigo de aprendizado, com estruturas físicas sem a menor condição de utilização.

Crianças precisam ser estimuladas, os professores precisam despertar a paixão pelo aprendizado. Mas como despertar essa paixão se muitos deles não a têm? E por vários motivos: a falta de vocação, a falta de preparo, a falta de condições para lecionar, baixos salários ou até a falta de opções (essa, porém me desperta dúvida).

Com a falta de motivação das crianças para o estudo e o baixo aprendizado aliados à necessidade de sobrevivência (acredito que esse é o mais forte ou talvez o único motivo), muitos pais decidem então mandar seus filhos para a labuta.

Dessa forma, vemos crianças que não tiveram a opção de decidir, foram guiadas pelos pais que direcionaram seu futuro. Crianças trabalhadoras que se tornarão adultos trabalhadores com poucas opções de escolha profissional, com poucas possibilidades de desenvolvimento e que possivelmente viverão sempre à margem da pobreza.

Crianças que vão perder a fase das descobertas dos números, das palavras, dos lugares, das histórias.

Crianças que não conseguirão descobrir o que é ser criança.

Minha filha de 8 anos estudou sobre o trabalho infantil e chegou cantando a música da Palavra Cantada que diz: “Criança não trabalha, criança dá trabalho…” Meu marido logo disse: “Não… criança não dá trabalho, dá preocupação…”

E é verdade, ter uma criança em casa é uma benção, mas sempre nos “pré-ocupamos” com o que pode acontecer, com seu futuro, com sua educação, com sua saúde.

Se acharmos que criança dá trabalho, talvez possamos aceitar que o trabalho infantil está correto, afinal a palavra “trabalho” vem do latim “tripalium” que era um instrumento de tortura e que originou o verbo “tripaliare”, enfim “torturar”.

Por isso, acredito que toda nossa Educação deve ser reformulada. Temos um modelo que não se encaixa na forma como nossas crianças aprendem. Hoje, elas estão mais curiosas, mais questionadoras, mais criativas.

Gosto muito de encontrar a origem das palavras, pois nela entendemos o real sentido de cada uma. Por exemplo, a palavra “educar” vem do latim “educare” que significa “conduzir para fora” ou podemos dizer “preparar o indivíduo para o mundo”. Por isso, a Educação nos leva à liberdade, a possibilidade de descobertas e desafios, a um maior número de opções para que possamos escolher melhor.

Sem a Educação, o mundo fica restrito e aí se tornar uma verdadeira tortura para o indivíduo, refém das situações que a vida proporciona.

Como eu vivo em um mundo de empreendedores e rodeada por alguns que tiveram pouca ou quase nenhuma educação formal e construíram empresas de sucesso, começando muito cedo a trabalhar, talvez algumas pessoas vejam uma certa contradição ao me ver defendendo a Educação.

Defendo sim, pois todos esses empreendedores também defendem a questão, afinal esses casos são exceções e não podemos tê-los como base. Eles afirmam que uma boa Educação poderia formar empreendedores mais preparados que contribuiriam para o desenvolvimento do nosso país.

Vamos fazer nossa parte para contribuir com uma melhor Educação para ser uma arma contra o Trabalho Infantil.

Filme: “Não sei como ela consegue” e dicas para melhorar a produtividade das mulheres

Nunca tinha ouvido falar desse filme, mas foi uma das escolhas para o feriadão de Carnaval e coincidentemente minha amiga Patrícia postou no Facebook um comentário para mim, dizendo que eu conseguia e se eu poderia ensinar como fazer. Disse para ela que assistiria ao filme e depois faria os comentários sobre ele.

Meu marido e eu rimos muito porque em vários momentos nos vimos no filme, é uma comédia despretensiosa que trata da vida da mulher moderna buscando equilibrar carreira, maternidade e casamento.

Kate é uma profissional que trabalha com investimentos, apaixonada pelo marido Richard e tem um casal de filhos. Várias pessoas que convivem com Kate se questionam como ela conseguem fazer tudo e daí o título do filme.

No início do filme, Kate diz que existe uma pesquisa que as mulheres depois que têm filhos não conseguem dormir a noite toda porque ficam fazendo listas das tarefas que precisam realizar.

No trabalho, para demonstrar sua competência, Kate não recusa nenhum trabalho, mesmo se sacrificando. Momo, sua assistente, fica pasma de ver Kate muitas vezes desarrumada e sempre correndo, por isso diz que nunca terá filhos e se dedicará apenas ao trabalho.

Em um determinado momento, surge a figura de um colega de trabalho de Kate que busca se mostrar não pela competência, mas utilizando de vários artifícios não convencionais. Além de tentar minar sua autoconfiança. Mas, Kate se sobressai e é solicitada para um grande trabalho.

Devido a esse novo desafio, a agenda de Kate fica cada vez mais conturbada e isso acaba causando um grande conflito entre ela e seu marido. Até que um dia ela consegue falar um “não” para seu chefe, pois percebe que um emprego ela poderia encontrar em qualquer outro lugar, mas sua família era única. Mas, Kate, finalmente, consegue conciliar sua carreira e família!

Assistam ao filme, vale a pena!

Agora, para atender à Patrícia, eu não vou “ensinar”, mas darei algumas dicas de como eu lido com os diversos papéis que possuo no meu dia-a-dia para torná-lo mais produtivo e equilibrado. Quem sabe posso ajudar as várias mulheres “malabaristas” do mundo moderno!

PAPEL 1 – PROFISSIONAL

Como possuo uma empresa de treinamento, tenho uma vida bastante agitada em alguns períodos e em outros nem tanto. Enfim, não tenho uma rotina muito bem definida.

  • Reuniões – procuro fazer via Skype se possível, evitando deslocamentos. Se não puder ser virtual, procuro marcar em horários de fluxo menor de carros. Muitas vezes, prefiro utilizar metrô e táxi, pois consigo otimizar algumas atividades.
  • Comunicação – prefiro utilizar o e-mail ou o Facebook ao invés de telefone ou celular. Para mim, é mais dinâmico. Ligação telefônica só se for urgente.
  • Delegação – se eu estiver muito ocupada, verifico se meu sócio pode realizar algumas atividades para agilizar os trabalhos.
  • Eventos/ feiras/ congressos – verifico o quanto isso irá me agregar, ir por ir apenas para agradar alguém, sem chance. Se tiver algum tipo de aprendizado, oportunidade e networking, aí vale a pena.
  • Roupas básicas e clássicas – prefiro peças que combinem facilmente umas com as outras e que não saiam de moda. Assim como os sapatos.
  • Hotel – procuro reservar com bastante antecedência para não me estressar com a falta de vagas e preços elevados. Gosto de me hospedar nos hotéis Ibis ou Mercure porque já sei exatamente o que encontrarei e consigo pontos no programa fidelidade.
  • Dizer NÃO – se o trabalho estiver fora do escopo da minha atuação, clientes problemáticos, preço fora do que considero justo; digo “não” sem sombra de dúvidas para não perder tempo e depois me arrepender.
  • Horários – me programo para sair com bastante antecedência para qualquer compromisso. Afinal, sou consultora da Triad que é especializada em gestão de tempo e produtividade, chegar atrasada depõe contra tudo o que prego.
  • Aeroportos e rodoviárias – aproveito o tempo que preciso esperar para pegar o voo ou o ônibus para ler, escrever, estudar, planejar.
  • Trabalhar em home-office – isso é uma libertação, porém exige disciplina de todos da casa. Uma vez, li uma entrevista do Gustavo Cerbasi que dizia que não tinha escritório e tinha apenas uma assistente (eu acho que era virtual). Aí, fiquei pensando se uma pessoa famosa e reconhecida como o Cerbasi trabalhava em casa por que “eu” tinha que ter um escritório? Só para falar que tinha? Meus clientes nunca vieram até mim, sou eu que vou até eles. Trabalhar em casa me dá liberdade de utilizar a roupa que desejo, ter tempo para cuidar da minha família e da minha casa, me programar melhor. Isso é qualidade de vida!

PAPEL 2 – MÃE

A Samara tem 6 anos e é uma menina alegre e super independente. Nunca me senti culpada em deixá-la para cumprir meus compromissos profissionais. Sempre parto com alegria, por isso quando volto ela sempre pergunta empolgada: “Como foi lá? Foi tudo bem? Deu tudo certo?” Ela entende que é importante para mim o que faço assim como vibro com tudo o que ela faz. Torcemos uma pela outra!

Apesar da vida maluca, consegui sempre estar presente em seus primeiros desafios: o primeiro corte de cabelo, o primeiro dente a cair, suas primeiras palavras, seu primeiro espetáculo na escola, seu primeiro dia de aula e tudo isso, é imperdível!

  • Babá – nunca tive babá para cuidar da Samara. Quando estamos em casa, meu marido e eu cuidamos de tudo o que ela precisa; fazemos questão de levá-la e buscá-la na escola. Faço seu almoço, cuido de sua roupa e de suas lições da escola. Quando precisamos, temos ajuda dos meus pais ou dos pais do Samuel para nos dar assistência.
  • Passeios e viagens – fazemos questão de planejarmos a viagem ou passeio com foco nas preferências da Samara para que ela curta e nós não nos estressamos.
  • Refeições – isso é algo que não abrimos mão quando estamos em casa. Fazemos as refeições juntos e sentados à mesa, pois é o momento de conversarmos e sabermos sobre o dia de cada um de nós.
  • Atividades em casa – assistimos a filmes que Samara gosta, brincamos com jogos de tabuleiro. Enquanto eu prefiro ler e contar estórias, Samuel gosta de desenhar com ela.
  • Momento despertar – se estou em casa, Samara acorda e me chama para o ritual: ela se esconde nas cobertas, deito em cima dela fingindo que não a vi até ela começar a se mexer, eu tiro as cobertas levando um susto. Aí ela pede colinho e fica no chamego por uns 15 minutos até ela resolver se levantar.
  • Saúde – programo todas as vacinas e retornos médicos. E como ela diz que será médica, não reclama de nada.

PAPEL 3 – ESPOSA

Meu marido é um tesouro, sem ele com certeza eu não daria conta de fazer tudo o que eu faço, pois ele me ajuda muito em tudo: cuida da Samara, da casa, da empresa e por isso também tenho que cuidar dele.

Uma vez, viajamos tanto a trabalho que não conseguíamos nos encontrar. Marcamos um jantar em São Paulo pelo menos para um bate-papo. Aí eu fui para um hotel e ele foi para outro do outro lado da cidade porque tínhamos treinamento no dia seguinte em locais diferentes.

  • Nossos momentos – a Samara é tão independente que muitas vezes ela “foge” de casa; se manda para a casa dos avós e nem dá “tchau”; então, são momentos que aproveitamos para assistir a um filme, jantar, conversar (mais) e namorar.
  • Saúde – fico atenta às suas consultas médicas, se não ele foge.

PAPEL 4 – DONA DE CASA

Muitas das coisas que consigo fazer em outros papéis acontecem porque consigo ter produtividade nas atividades chatas que precisamos fazer em casa. Meu senso prático ou por não gostar de fazer determinadas atividades, faz com que eu procure formas mais fáceis de realizá-las.

  • Casa ideal – Meu marido gostaria de aumentar nossa casa, mas eu não curto muito a ideia, por quê? Só temos uma filha e a princípio, ficaremos apenas com ela. Daqui a algum tempo, provavelmente, ela deverá estudar fora ou passará muito tempo fora de casa. Então para que uma casa enorme para ficar apenas eu e ele? Só vai dar trabalho para nada. Além disso, pelo tamanho da casa eu não preciso ficar me preocupando em ter empregada todos os dias, me estressando para encontrar uma de confiança e comprometida. Se minha faxineira resolve não vir, tudo bem, por aqui tudo é tão prático que em pouco tempo eu dou conta com a ajuda do meu marido.
  • Escolher bem os eletrodomésticos – minha melhor aquisição até hoje foi uma máquina de lavar de 15 kg. Faz muito mais em menos tempo. O freezer também é algo imprescindível para mim, gosto de preparar pratos em grande quantidade e aí congelo para os momentos que preciso. O fogão de 6 bocas também me permite cozinhar um monte de coisas ao mesmo tempo e o forno por ser grande, asso bastante coisa em uma tacada só.
  • A torneira elétrica – poupa um trabalho enorme na hora de lavar louça com gordura. Fica tudo limpinho com menos esforço.
  • Decoração – nada de enfeitinhos e tapetes, para limpar é um horror, então aboli tudo.
  • Quarto da Samara – caixas organizadoras são bem bacanas para colocar os brinquedos das crianças. Periodicamente, verificamos com a Samara quais brinquedos ela vai doar para liberar espaço para as coisas que ela mais gosta. Ela verificou ao arrumar o quarto dela o quanto isso dá trabalho, então tem conseguido organizá-lo do seu jeito, mas já é um bom começo para uma criança de 6 anos. Coisas dela ficam em seu quarto e em nenhum outro cômodo da casa.
  • Pedir ajuda ao marido – tem muita mulher que reclama que o marido não faz nada, mas também não pede ou “acha” que ele não conseguirá fazer tão bem quanto ela. Às vezes, não faz mesmo, mas por que é preciso tanta perfeição? Ou, se está fazendo errado, ensina. Samuel me ajuda muito e aprendeu depois que casou, a única coisa que ele se nega a aprender é passar roupa, mas isso eu nem recrimino, pois eu também odeio, só se for extremamente necessário. Isso eu deixo para minha faxineira.
  • Cozinhar – eu adoro preparar pratos bacanas, mas não dá para fazer isso todos os dias. Então, por isso determinados pratos, já faço bastante para congelar ou pelo menos quantidade suficiente para duas refeições. Já ganho tempo! O Samuel também gosta de cozinhas, mas depois de pronto ele deixa tudo limpinho!
  • Documentos – organizados em pastas e por tipos
  • O lema é: Se todo mundo ajudar, vamos terminar antes e nos divertir mais cedo!

PAPEL 5 – EU LTDA.

Esse é o momento dedicado a mim, onde faço coisas importantes dedicadas a minha pessoa!

  • Cabelereira e manicure – não sou vaidosa, mas preciso cuidar da minha imagem pessoal ao me apresentar para meus clientes. Mas, também posso ser produtiva nesse momento. Escolhi um corte de cabelo que não dá trabalho, um secador dá conta de mantê-lo arrumado; tintura e corte uma vez por mês e deu! Procuro pintar as unhas com tons clarinhos para mantê-los por mais tempo e se der uma lascadinha, dá para dar um jeitinho rapidinho. Minha manicure fica louca para por um tom escuro, mas só de vez em quando eu deixo!
  • Leitura – sou uma leitora voraz, adoro passear nas livrarias para verificar lançamentos. Mas, dificilmente compro algo lá, as lojas na Internet são bem mais baratas e seu achar na Estante Virtual que é um sebo virtual, é lá mesmo que eu compro!
  • Cuidados – tem o meu momento dos esfoliantes, dos cremes. Afinal, eu também sou mulherzinha!
  • Atividade física – meu marido e eu combinamos de pelo menos três vezes por semana fazer uma caminhada para sair do sedentarismo e emagrecer. Estabelecemos o horário em que nossa filha fica na recreação.
  • Saúde – agendo para marcar as consultas médicas entre janeiro e fevereiro, épocas mais tranquilas para mim.

PAPEL 6 – BLOGUEIRA

Procuro escrever o blog O Universo da Samara às segundas, quartas e sextas e o blog da Fábrica de Empreendedores às terças e quintas.

PAPEL 7 – FAMÍLIA

Procuro chamar meus pais para jantar ou almoçar comigo para que possamos conversar e conviver mais.

OUTRAS DICAS QUE SERVEM PARA QUALQUER PAPEL

1. Listinhas – eu sou a rainha das listinhas. Algumas delas, você fará uma vez e depois poderá utilizá-la em outros momentos, fazendo pequenas alterações. Faço no Word, no Neotriad (www.neotriad.com) ou no meu bloquinho de anotações que levo para qualquer lugar. Por fazê-las tanto, a Samara também faz, ela ainda não consegue escrever tudo, então ela desenha. Vou citar as listinhas que me ajudam no dia-a-dia:

  • Compras – durante a semana, anoto o que precisarei comprar no supermercado no meu bloquinho e faço as compras no sábado ou  domingo de manhã. Faço o cardápio da semana seguinte e verifico o que precisarei comprar para compô-lo.
  • Viagens – tanto a trabalho quanto a passeio, tenho minha lista para não faltar nada como medicamentos, roupas, acessórios, artigos de banho, sapatos, documentos, equipamentos.
  • Festas – tenho uma lista com atividades a serem realizadas, cardápio,  itens a serem comprados, quantidade por pessoa, louças, equipamentos, convidados. Quando faço uma festa, sempre faço um inventário para evitar faltas e sobras. Alguns itens podem ser congelados, então me antecipo para deixar tudo para fazer em cima da hora.
  • Fim de ano – lista com nomes de pessoas que preciso presentear e prováveis presentes. Faço as compras, aproximadamente, 15 a 30 dias antes do Natal.
  • Treinamentos – tudo o que deve ser realizado para que aconteça: local, materiais, coffee-break, contatos com participantes, equipamentos, filmes, profissionais envolvidos.
  • Planejamento semanal – na sexta (de preferência) ou sábado ou domingo, planejo minha semana utilizando o Neotriad (tanto para assuntos profissionais quanto pessoais). Lanço todos os meus compromissos e tarefas que preciso executar. Por exemplo: Se eu tenho uma reunião, lanço como compromisso na data marcada  e verifico tudo o que preciso fazer para essa reunião acontecer e lanço como tarefa. Depois é só executar e monitorar.

2. Tenha sempre um bloco de anotação próximo – muitas vezes, lembro de atividades ou tenho ideias no meio de uma reunião, no avião, no ônibus ou de noite. Aí, já saio anotando para não esquecer. Se você acorda muito durante a noite lembrando de um monte de coisa, anote; você perceberá que ao fazer isso, voltará a dormir com muito mais tranquilidade. Se você não fizer isso, toda hora acordará porque seu cérebro não ficará relaxado com medo de você esquecer.

3. Estabelecer as metas – isso faz com que você visualize o futuro e se planeje melhor; não perdendo tempo em situações que não agregam.

4. Fazer o que é importante para mim e para minha família – não fico a mercê do que a sociedade acha que você tem que fazer. Vamos a lugares que desejamos ir, temos o carro que podemos ter, compramos o que podemos comprar, me relaciono com quem gosta de mim pelo o que sou e não pelo o que tenho. Pouco me importa se todo mundo vai a um determinado lugar ou faz determinada atividade porque é o “must”, o que importa é agradar a nossa família.

5. Não reclamar dos problemas – focar nas soluções e tomar decisões. As pessoas perdem um tempo danado reclamando para pessoas que nunca vão resolvê-los. Então, ao invés de reclamar, pense no que pode fazer para melhorar.

6. Comprar pela internet – eu nunca tive problemas com minhas compras e já comprei quase tudo que se pode imaginar, porém sempre busco empresas conceituadas, mesmo pagando um pouco mais caro. Não preciso enfrentar trânsito, sair de casa e lojas cheias.

7. Viagens – em feriados, não viajo. Prefiro aproveitar para ir para locais onde posso desfrutar de tranquilidade, sem trânsito, sem aglomerações, sem filas. Por exemplo: no Carnaval, fomos para São Paulo, fizemos um passeio super bacana e sem estresse. Vejo um monte de gente que viaja no feriado para descansar e volta mais cansado e o pior, passa a semana toda reclamando para todas as pessoas que encontra do inferno que foi!

8. Restaurante em finais de semana – para aproveitar melhor meu dia, se resolvo almoçar fora, prefiro chegar logo na primeira hora ou melhor, abrir o restaurante. É muito mais tranquilo, não tem fila de espera, ficamos muito mais à vontade e somos melhores atendidos, pois os garçons ainda não estão de mau humor.

9. Shopping – evito os horários de maior “muvuca” para poder estacionar tranquilamente. Se vou no fim de semana, chego cedo, almoço cedo e vou para o cinema cedo. Quando o tumulto está começando, eu estou indo para minha casinha feliz e descansada.

10. Pedágio – como vamos sempre à São Paulo, decidimos colocar o Sem Parar, pois estávamos perdendo muito tempo para passar o pedágio. Uma dica, nós não pagamos nem o aparelho e nem a mensalidade porque conseguimos uma promoção do aparelho grátis pela Folha de SP e o Amex nos liberou da mensalidade. É só ficar atento às promoções que surgem por aí.

Acredito que consigo levar uma vida equilibrada por conta de três aspectos: FOCO, PLANEJAMENTO e DISCIPLINA.

Se vocês analisaram algumas ações que pratico, acabo ganhando minutos preciosos ou até horas, permitindo que eu faça muito mais coisas em menos tempo. Além disso, não economizo apenas tempo, mas também dinheiro. Vamos para um exemplo?

Quando digo que compro pela internet, economizo em tempo por não precisar sair de casa e ficar procurando nas lojas que às vezes são distantes uma das outras e o tempo de procura pelas lojas na internet é muito mais rápido. Em relação ao custo financeiro, costumo encontrar preços mais atrativos na internet e não tenho gasto de gasolina, de estacionamento e outros que acabam por vir, mesmo pagando o frete da entrega.

Sendo assim, se formos juntar tudo isso, consigo economizar TEMPO e DINHEIRO. Levar uma vida com qualidade e muito mais tranquila!

Que tal começar a planejar, hein?

A ética em nossas pequenas ações diárias

No sábado, no treinamento que ministrei surgiu a questão de que um bom profissional de academia precisa ter ética, assim como qualquer profissional. Falamos tanto nisso, mas quem realmente pratica? Alguns falam tanto de vários políticos sem ética (e concordo!), mas e nós? Praticamos em nossos pequenos atos? Até porque a ética está presente nas nossas ações diárias.

Após o treinamento, fui jantar com meu marido em um restaurante em Mogi das Cruzes. Ao pedirmos a conta e conferirmos, verificamos que haviam cobrado a menos duas cervejas. Meu marido chamou a garçonete e a informou do erro.

A menina ficou com uma cara de susto e agradeceu (é… fazer a coisa certa se tornou algo notório e que deveria ser algo comum). Trouxe a conta (agora correta), pagamos e fomos embora.

No caminho para casa, fizemos uma reflexão sobre o ocorrido. Sempre conferimos as contas, pois não queremos pagar mais do que realmente devemos, mas também devemos pagar o que consumimos.

Afinal, como empresários pensamos no outro empresário que por erro de um funcionário, de um sistema ou seu mesmo, deixa de cobrar um valor do cliente (independente do valor, no nosso caso eram R$ 10,00).

Muitas vezes, o cliente se achando “espertão” porque deixou de pagar o valor sai ainda se gabando do “ganho”. Depois de algum tempo, esse empresário fecha seu negócio e aí aquele cliente “espertão” diz: “Puxa! Fechou, mas eu gostava tanto de lá? Nessa cidade quase não tem lugares bacanas!”

Enfim, é claro que não é nossa culpa a falha da cobrança do empresário, mas se eu sei que está errado porque não falar? Ele pode até fechar por outros motivos, pela má gestão, pela falta de controle, mas “EU” não ajudei a quebrá-lo.

Fico bastante desconfortável quando vejo pessoas que falam de coisas que aconteceram, se enaltecendo de terem levado vantagem sobre outro. Por que precisa ser assim? E muitas vezes por valores insignificantes, mas só pela sensação da “vantagem”.

Gosto muito da propaganda na TV que dois homens estão conferindo o descarregamento de computadores e um diz para o outro que entregaram computadores a mais e insinua que se pegassem ninguém saberia. O outro lembra de sua época de escola em que devolvia o material para sua colega que não lhe pertencia, aí responde ao colega que ele vai saber.

São ações como essa que ensino para minha filha, o que é dela é dela, mas o que não é, deve devolver. São valores e princípios que desejo que ela incorpore. Mário Sérgio Cortella diz que para sabermos se estamos sendo éticos, devemos responder a 3 perguntas: “Posso? Quero? Devo?” Assistam o vídeo no final do post que ele trata sobre ética, vale super a pena pela forma simples que trata esse assunto.

Cortella diz que você tem paz de espírito quando você faz o que você quer, o que você pode e o que você deve; enfim, aí você está sendo ético. Cheguei em casa e dormi com uma paz de espírito total porque fiz o que queria, o que eu podia e o mais importante, o que eu devia fazer na situação por que passei.

Filme: De Pernas pro Ar

Faz tempo que eu queria assistir a esse filme e assim o fiz neste final de semana e achei hilário, principalmente por retratar o cotidiano de muitas pessoas neste mundo workaholic que vivemos.

Alice (Ingrid Guimarães) é uma executiva em ascensão casada e com um filho. Possui três celulares, no táxi liga seu notebook e mal olha na cara das pessoas por estar sempre preocupada com documentos e projetos.

Seu superior a informa que fará indicação de seu nome para Gerente de Marketing e se ela está disposta a encarar o desafio porque não será fácil, três ex-gerentes perderam seus casamentos por causa disso e ela diz que ela aceitará, afinal seu marido dá todo o apoio para tudo. E que no dia seguinte, fará uma excelente apresentação para os investidores.

Porém, ao chegar em casa, seu marido deixa um recado na secretária eletrônica pedindo um tempo para que ela repense seu relacionamento porque ela só pensa no trabalho.

Isso faz com que ela fique totalmente desequilibrada, meta os pés pelas mãos na reunião com os investidores e acaba perdendo o emprego.

Nesse dia, acaba conhecendo sua vizinha Marcela (Maria Paula) que é dona de um sexshop e ao conhecer esse mundo e se redescobrir, acaba se tornando sócia da empresa e transformando em uma potência.

Porém, ao ganhar um prêmio de Empresária do Ano (que sempre desejou), percebe que sem sua família, aquilo não representa nada, pois com quem compartilhar sua realização?

Bem… assistir ao filme é muito melhor, mas eu trouxe alguns pontos para poder fazer uma analogia com nosso mundo empresarial.

Quantas pessoas que conheço se dedicam extremamente ao trabalho e a desculpa sempre é: “Quero dar mais conforto e mais estabilidade para minha família por isso preciso trabalhar bastante.”

Porém, por se dedicarem tanto esquecem que não é apenas material que a família precisa, mas atenção, carinho.

No filme, tem uma passagem que Alice ao reencontrar o marido, percebe como ele é bonito e simpático; e com o passar do tempo, ela nem mais se lembrava dele.

Será que verdadeiramente olhamos para as pessoas que estão à nossa volta? Sabemos que eles gostam, conversamos sobre o que fazem e o que desejam?

Conhecemos inúmeros casos de pessoas que se tornam empresários e grandes executivos e quando chegam em sua aposentadoria, estão sozinhos porque não alimentaram seus relacionamentos ao longo dos anos.

As pessoas não vão ficar nos esperando para curtir nossa presença quando estivermos mais tranquilos no futuro distante, elas querem nos ter agora e se elas não nos têm agora, com certeza, procurarão seus próprios caminhos.

As pessoas não querem esperar a felicidade no futuro, mas sim, serem felizes hoje. E essa felicidade não significa carros maravilhosos, casas espetaculares, viagens magníficas; mas assistir a um jogo de futebol do filho, ensinar sua filha andar de bicicleta, assistir a um filme com a esposa/ marido, passear de mãos dadas no parque. Simples assim!

Tudo precisa ter um equilíbrio, trabalhar é necessário, mas manter nossos relacionamentos de forma saudável também. Afinal, com quem você quer estar no futuro?

 

Quais os seus desafios para o ano que começa?

Muita gente começará o ano a partir de agora, alguns por voltar das férias, outros por causa de um novo emprego ou negócio, ou ainda pela volta às aulas dos filhos. Enfim, não importa, em que momento seu ano comece… o importante, é ele começar.

Quais os seus desafios para o ano que começa? Não estou falando das promessas que as pessoas fazem ao pular ondinhas ou na virada do dia 31 para o dia primeiro. O que você realmente deseja fazer e principalmente, terá coragem para seguir adiante e executar as ações necessárias para alcançar suas metas ou efetuar algumas mudanças significativas em sua vida?

Resolvi escrever esse post depois de assistir no final de semana dois filmes: Megamente (que já havia assistido, mas minha filha quis rever, fiz até um post sobre ele há algum tempo https://valerianakamura.wordpress.com/2011/07/05/filme-megamente/) e  O Discurso do Rei.

Algumas coisas me chamaram a atenção (nunca consigo assistir a um filme sem fazer analogias com comportamentos e empresas), em ambos os filmes me deparo com personagens que perdem sua motivação ao viverem suas vidas para os outros e acham que não tem escolha.

Em Megamente, temos:

1. O próprio Megamente que viveu a vida toda com o objetivo de derrotar seu inimigo o Metroman e quando consegue perde sua motivação, pois tudo fica sem graça, sem desafios.

2. O Metroman que viveu sua vida para salvar o mundo das maldades do Megamente, mas um dia percebe que só cumpria o que as pessoas esperavam dele e nunca havia pensado em si mesmo.

3. Criado – o companheiro inseparável do Megamente que em uma discussão, Megamente manda que ele pare de cuidar de sua vida, Criado diz que seu único objetivo foi cuidar dele e nesse momento, se sente totalmente perdido.

E em O Discurso do Rei, vemos o futuro Rei George VI sofrendo para atender às expectativas dos outros e tendo que lidar com sua baixa autoconfiança.

Quantos personagens da vida real encontro e são tão parecidos com esses personagens de filmes?

O empresário cujo objetivo é acabar com seu concorrente e não fazer sua empresa crescer para alcançar novos desafios.

Pais extremamente protetores que não deixam seus filhos amadurecerem e vivem em função apenas deles e quando eles decidem partir e trilhar seus próprios caminhos, se sentem totalmente perdidos, pois nunca pensaram em seus desejos.

Pessoas que vivem apenas em função de outras, de atender às necessidades dos outros e pouco pensam em quais são as suas.

Profissionais competentíssimos que não se desafiam com medo do julgamento de seus superiores e pares e preferem ficar reclamando ao invés de buscar seus sonhos e realizar mudanças.

E por que isso acontece mais comumente do que imaginamos?

Napoleon Hill que escreveu a Lei do Triunfo em 1928 (clássico da literatura que recomendo) cita que o ser humano tem alguns medos: da morte, da doença, da pobreza, de perder o amor de alguém, da velhice e da crítica.

E isso continua atual, quando pergunto em meus treinamentos por que as pessoas não estabelecem suas metas, sempre me vem a resposta: “MEDO”.

E medo do quê? De não conseguir? De certo forma sim, mas principalmente, medo do que as pessoas vão falar se não conseguir, enfim, o medo de ser criticado, apontado como fracassado.

E simplesmente digo: “E daí se não conseguir? Vejo o motivo de não ter conseguido, faço uma análise, reorganizo minhas ideias e planejamento e sigo em frente se realmente for importante para mim!”

Viver uma vida para os outros e sem desafios, torna nossa vida monótona, sem tempero e perceba que até os amigos começam a se distanciar… ninguém gosta de ter alguém por perto sem um brilho nos olhos. Ou melhor, tem sim, aquelas pessoas que para se sentirem bem precisam ter pessoas que mostram que estão pior que elas.

O medo faz parte de nossa vida como proteção, mas não pode nos imobilizar.

Os personagens dos filmes tiveram medo, mas conseguiram superá-lo quando encontraram uma razão para vencer, um verdadeiro motivo que os levaram a mudar e se desafiarem, mesmo tendo a chance de perder, morrer ou perder sua credibilidade. Megamente foi o amor por Rosane, Metroman foi o encontro de sua vocação (ser músico, mesmo não sendo lá grande coisa) e o Rei George VI ao encontrar apoio de sua esposa Elizabeth e seu amigo Logue para conseguir ser o líder de seu povo e suceder seu pai brilhantemente.

Eu já sei quais os meus desafios e você? Está esperando o que para começar?