Filmes para inspirar você a se planejar financeiramente…

slide1

Mais uma série de filmes para nos inspirar em querer fazer um planejamento financeiro.

Acesse o blog Teucontrole e descubra como esses filmes podem motivá-lo a querer começar a administrar melhor suas finanças.

Abraços e até o próximo post…

Fábrica de Empreendedores

Anúncios

Fazendo do mesmo jeito

Slide1

Fazendo do mesmo jeito e querendo resultados diferentes…Loucura!!!

É engraçado como as pessoas buscam por mudanças, é na virada do ano, é depois do carnaval, na próxima segunda e aí a fora. Mas logo desistem e voltam para o “morninho”, se apegam a frases de mudança ou de transformação, mostradas nas redes sociais, compartilha, coloca curtir, mas dois minutos depois, volta para o “morninho”, e o pior, colocando desculpas verdadeiras pela sua falta de vontade.

Li este post no http://www.contioutra.com e quero compartilhar com vocês http://www.contioutra.com/por-que-algumas-pessoas-repetem-sempre-os-mesmos-erros/  até quando você se deixará ser conduzido por suas desculpas? Até quando o “morninho” vai tomar conta de você.

Mudanças não são fáceis, requer decisões e comprometimento com o novo, seja mudar de emprego, de cidade, de marido/ esposa, mas se algo está te incomodando, não fique só reclamando, planeje, busque sair do morninho, não se acostume com o problema – se fizer uma atividade por dia, para que esta mudança ocorra, garanto que ela será menos dolorosa e mais tranquila – agora se tomar esta decisão de mudança sem pensar nas consequência, de maneira irresponsável, a dor de cabeça será maior.

Só existe um culpado nesta história, e é VOCÊ e somente uma pessoa pode mudar isso, que também é VOCÊ.

Aprenda estar no controle, ou você está no “teu controle” ou alguém está te controlando, as vezes é o “morninho” no controle.

Deixe suas experiências abaixo em “comentários”, podemos compartilhar e crescer juntos.

Até o próximo post…

Fábrica de Empreendedores

08 dicas de planejamento

planejamento

Planejamento

planejamento é uma ferramenta administrativa, que possibilita perceber a realidade, avaliar os caminhos, construir um referencial futuro, o trâmite adequado e reavaliar todo o processo a que o acoplamento se destina. Sendo, portanto, o lado racional da ação.

Em outras palavras para nós da Fábrica de Empreendedores “é pensar antes de agir”.

Todos sabem da importância de se planejar, mas geralmente acreditam que só serve para as grandes empresas, mas se você perceber vale para média ou pequena também,  mas vou além, vale para o seu dia a dia, para as suas rotinas – planejar a sua semana, vai lhe poupar de aborrecimentos.  E o melhor, cada vez que você planejar, irá deixar históricos de atividades que te ajudam no futuro a tomar decisões.

Sempre que planejamos ganhamos tempo, e minimizamos os custos, mas vale lembrar que planejamento é diferente de “fazejamento”. Se você planeja no momento do acontecimento, isso é “fazejamento” pois vai tomar ações imediatas e muitas vezes sem pensar no que irá acontecer, resolve rápido, mas sem ter noção dos custos de tempo e dinheiro, as vezes acerta, más, por experiência te digo que não são as melhores.

Vou dar algumas dicas de como começar a planejar, mas lembre-se que é uma rotina, quando mais você planejar, mais você aprende e melhora o seu planejamento.

  1. Crie um padrão para planejar, um dia e um horário, pois assim as pessoas a sua volta perceberão que você tem um ritual, e não irão incomodá-lo. Eu gosto do domingo finalzinho da tarde, entre 18:00 e 19:00 horas, pois estou tranquilo e já sei alguns detalhes da semana. Um dia ruim para planejar é segunda, pois você já acorda “pilhado” e já tem várias tarefas pré-agendadas, segunda não é dia de planejar, é dia de ação.
  2. Pense na sua semana como um todo. O que preciso alcançar? Qual é o prazo que tenho? Quais são os recursos que possuo, ou que vou precisar? Quais são as pessoas que podem me ajudar? Como posso engajar essas pessoas na minha semana? Que benefício eu vou disponibilizar a quem irá contribuir?
  3. Tenha Metas claras, eu utilizo o método SMART (eSpecífico, Mensurável, Alcançável, Relevante e Temporal) irei fazer um post sobre esta metodologia em breve. Avalie sempre o progresso dessa Meta, utilizando algum indicador.
  4. Avalie esses indicadores e observe se precisa mudar o plano, ver se ele está evoluindo ou se existe algum problema no planejamento, acompanhar sempre.
  5. Não fique frustrado se algo estiver dando errado, se você estiver acompanhando de perto o seu planejamento, as ações para resgatar o caminho serão eficazes e terá tempo para corrigir.
  6. Busque informações de outros modelos de planejamento, ou observe outros modelos de gestão, veja o que deu certo (aplique) e o que deu errado (melhore/ corrija).
  7. Observe os talentos dentro da equipe, uma forma de avaliar pessoas e entender como elas funcionam é utilizar e abusar do “delegar” – mas delegar com responsabilidade, passar todas as informações necessárias, não deixar espaço para as dúvidas.
  8. E por fim, comemore os resultados positivos, compartilhe com a equipe o sucesso das entregas, ou a realização do trabalho, seja ele empresarial ou pessoal. Caso exista problemas, fale em particular com os envolvidos, busque soluções, e sempre se mostre à disposição para resolver juntos.

Quer contar algumas experiências, mande um email ou comente abaixo, podemos compartilhar e aprender juntos, e assim a rede de aprendizado cresce.

Abraços e até o próximo post.

Fábrica de Empreendedores

Lição de Vida para o Ocidente

Recebi a mensagem abaixo, não posso afirmar que seja verídica, mas mesmo não sendo há muita verdade da forma como acontece e aconteceu no Japão.

Serve para reflexão de como agimos em muitas situações e cada vez mais, vemos pessoas intolerantes, impacientes e que não respeitam outras pessoas.

A carta abaixo foi escrita por um imigrante vietnamita que é policial no Japão (Fukushima). Foi enviada a um jornal em Shangai que traduziu e publicou. Recebi essa tradução, com a nota de ter sido traduzida o mais fielmente possível ao texto original.

Querido irmão,                                                                                                               

Como estão você e sua família? Estes últimos dias têm sido um verdadeiro caos. Quando fecho meus olhos, vejo cadáveres e quando os abro, também vejo cadáveres.                       

Cada um de nós está trabalhando umas 20 horas por dia e mesmo assim, gostaria que houvesse 48 horas no dia para poder continuar ajudar e resgatar as pessoas.                                                                                                    

Estamos sem água e eletricidade e as porções de comida estão quase a zero. Mal conseguimos mudar os refugiados e logo há ordens para mudá-los para outros lugares.                               

Atualmente estou em Fukushima – a uns 25 quilômetros da usina nuclear. Tenho tanto a contar que se fosse contar tudo, essa carta se tornaria um verdadeiro romance sobre relações humanas e comportamentos durante tempos de crise.         

As pessoas aqui permanecem calmas – seu senso de dignidade e seu comportamento são muito bons – assim, as coisas não são tão ruins como poderiam. Entretanto, mais uma semana,e  não posso garantir que as coisas não cheguem a um ponto onde não poderemos dar proteção e manter a ordem de forma apropriada.                                                                   

Afinal de contas, eles são humanos e quando a fome e a sede se sobrepõem à dignidade, eles farão o que tiver que ser feito para conseguir comida e água. O governo está tentando fornecer suprimentos pelo ar enviando comida e medicamentos, mas é como jogar um pouco de sal no oceano.                                                      

Irmão querido, houve um incidente realmente tocante que envolveu um garotinho japonês que ensinou  a um adulto como eu uma lição de como se comportar como verdadeiro ser humano.                                      

Ontem à noite fui enviado para uma escola infantil para ajudar uma organização de caridade a distribuir comida aos refugiados. Era uma fila muito longa . Vi um garotinho de uns 9 anos. Ele estava usando uma camiseta e um par de shorts.

Estava ficando muito frio e o garoto estava no final da fila. Fiquei preocupado se, ao chegar sua vez, poderia não haver mais comida. Fui falar com ele. Ele disse que estava na escola quando o terremoto ocorreu. Seu pai trabalhava perto e estava se dirigindo para a escola. O garoto estava no terraço do terceiro andar quando viu a tsunami levar o carro do seu pai.         

Perguntei sobre sua mãe. Ele disse que sua casa era bem perto da praia e que sua mãe e sua irmãzinha provavelmente não sobreviveram. Ele virou a cabeça para limpar uma lágrima quando perguntei sobre sua família.

O garoto estava tremendo. Tirei minha jaqueta de policial e coloquei sobre ele. Foi ai que a minha bolsa de comida caiu. Peguei-a e dei-a a ele. “Quando chegar a sua vez, a comida pode ter acabado. Assim, aqui está a minha porção. Eu já comi. Por que você não come”?

Ele pegou a minha comida e  fez uma reverência. Pensei que ele iria comer imediatamente, mas ele não o fez. Pegou a bolsa de comida, foi até o início da fila e colocou-a onde todas as outras comidas estavam esperando para serem distribuídas.                                            

Fiquei chocado.  Perguntei-lhe por que ele não havia comido ao invés de colocar a comida na pilha de comida para distribuição. Ele respondeu: “Porque vejo pessoas com mais fome que eu. Se eu colocar a comida lá, eles irão distribuir a comida mais igualmente”.                              

Quando ouvi aquilo, me virei para que as pessoas não me vissem chorar.

Uma sociedade que pode produzir uma pessoa de 9 anos que compreende o conceito de sacrifício para o bem maior deve ser uma grande sociedade, um grande povo.                             

Envie minhas saudações a sua família. Tenho que ir, meu plantão já começou.         (Ha Minh Thanh)

DEZ COISAS A SEREM APRENDIDAS COM O  JAPÃO

1 – A CALMA

Nenhuma imagem de gente se lamentando, gritando e reclamando que “havia perdido tudo”. A tristeza por si só já bastava.

2 – A DIGNIDADE

Filas disciplinadas para água e comida. Nenhuma palavra dura e nenhum gesto de desagravo.

3 – A HABILIDADE

Arquitetos fantásticos, por exemplo. Os prédios balançaram, mas não caíram.

4 – A SOLIDARIEDADE

As pessoas compravam somente o que realmente necessitavam no momento. Assim todos poderiam comprar alguma coisa.

5 – A ORDEM

Nenhum saque a lojas. Sem buzinaço e tráfego pesado nas estradas. Apenas compreensão.

6 – O SACRIFÍCIO

Cinqüenta trabalhadores ficaram para bombear água do mar para os reatores da usina de Fukushima. Como poderão ser recompensados?

7 – A TERNURA

Os restaurantes cortaram pela metade seus preços. Caixas eletrônicos deixados sem qualquer tipo de vigilância. Os fortes cuidavam dos fracos.

8 – O TREINAMENTO

Velhos e jovens, todos sabiam o que fazer e fizeram exatamente o que lhes foi ensinado.

9 – A IMPRENSA

Mostraram enorme discrição nos boletins de notícias. Nada de reportagens sensacionalistas com repórteres imbecis. Apenas reportagens calmas dos fatos.

10 – A CONSCIÊNCIA

Quando a energia acabava em uma loja, as pessoas recolocavam as mercadorias nas prateleiras e saiam calmamente.      

Texto: “A Vida”

Encontrei nos meus arquivos este texto fabuloso de Henfil e gostaria de compartilhar com vocês, pois a vida empreendedora é cheia de obstáculos, mas são eles que fazem nossa vida ter mais sentido.

Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade.

Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver, um trabalho não terminado, uma conta a ser paga.

Aí sim, a vida de verdade começaria.

Por fim, cheguei a conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.

Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade.

A felicidade é o caminho!

Assim, aproveite todos os momentos que você tem. E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo; e lembre-se que o tempo não espera ninguém.

Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade;

Até que você volte para a faculdade

Até que você perca 5 quilos

Até que você ganhe 5 quilos

Até que você tenha tido filhos

Até que seus filhos tenham saído de casa;

Até que você se case;

Até que você se divorcie;

Até sexta à noite;

Até segunda de manhã;

Até que você tenha comprado um carro ou uma casa nova;

Até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos;

Até o próximo verão, outono, inverno;

Até que você se aposente

Até que a sua música toque;

Até que você termine seu drink

Até que você esteja sóbrio de novo;

Até que você morra;

E decida que não há hora melhor para ser feliz do que… AGORA MESMO…!

Lembre-se:

“Felicidade é uma viagem, não um destino”.

 

 

 

Parábola: “O Anel”

Quem faz a opção de empreender, sabe que existem dias terríveis, de inúmeros problemas e obstáculos, mas isso não faz com que o empreendedor desista, pois sabe que precisará enfrentar a tudo para alcançar o sucesso.

E quando alcança o sucesso, não pode relaxar, deve continuar a luta diária para não ser ultrapassado por seus concorrentes, por isso deve estar sempre alerta.

Enfim, o mundo não é estático, tudo passa e é disso que trata a parábola abaixo:

“Houve certa vez um rei sábio e bom que já se encontrava no fim da vida.

Um dia, pressentindo a iminência da morte, chamou seu único filho, que o sucederia no trono, e do dedo tirou um anel.

– Meu filho, quando fores rei, leva sempre contigo este anel. Nele há uma inscrição. Quando viveres situações extremas de glória ou de dor, tira-o e lê o que há nele.

O rei morreu e o filho passou a reinar em seu lugar, sempre usando o anel que o pai lhe deixara.

Passado algum tempo, surgiram conflitos com um reino vizinho que desencadearam uma terrível guerra.

À frente do seu exército, o jovem rei partiu para enfrentar o inimigo. No auge da batalha, vendo os companheiros lutarem e morrerem bravamente, num cenário de intensa dor e tristeza, mortos e feridos agonizantes, o rei lembrou-se do anel. Tirou-o e nele leu a inscrição:

ISTO TAMBÉM PASSARÁ

E ele continuou sua luta. Venceu batalhas, perdeu outras tantas, e no fim saiu vitorioso.

Retornou então ao seu reino e, coberto de glórias, entrou em triunfo na cidade. O povo o aclamava.

Nesse momento de êxito, ele se lembrou de novo de seu velho e sábio pai. Tirou o anel e leu:

ISTO TAMBÉM PASSARÁ”

Pessoas que nos desafiam e nos mantêm vivas…

Leia esta parábola para fazermos uma análise de como são importantes as pessoas que mantêm nossos neurônios funcionando e nossa energia em alta:

“Havia um sábio reverenciado pelo povo como homem de Deus. Nem um dia se passava sem que uma multidão se postasse à sua porta buscando os conselhos, a cura ou a bênção do santo homem. Cada vez que o sábio falava, as pessoas ouviam atentamente tudo o que ele dizia, bebendo suas palavras.

Entretanto, havia na platéia um sujeito desagradável, que não perdia a oportunidade de contradizer o mestre. Notava as fraquezas do sábio e caçoava de seus defeitos, para a consternação dos discípulos, que começaram a considerá-lo o diabo em vida.

Bem, um dia o “diabo” ficou doente e morreu. Todos suspiraram de alívio. Exteriormente, mantiveram a apropriada aparência solene, mas no coração estavam alegres, pois as palestras inspiradas do mestre não mais seriam interrompidas, nem seu comportamento criticado por aquele herege desrespeitoso.

Por isso as pessoas ficaram surpresas ao ver o mestre mergulhado em genuína tristeza no funeral de seu maior crítico.

Quando, mais tarde, um discípulo perguntou-lhe se lamentava o destino eterno do morto, ele disse:

– Não, não. Por que deveria lamentar nosso amigo que agora está no céu? Era por mim mesmo que eu lamentava. O homem, afinal, era o único amigo que eu tinha. Agora estou cercado de pessoas que me reverenciam. Ele era o único que me desafiava. Com sua partida, temo parar de crescer.”

Muitas vezes, as pessoas reclamam de seus concorrentes, de clientes exigentes, de sócios críticos, porém são essas pessoas que avivam nossas vidas, que nos fazem pensar, movimentar, fazer coisas diferentes, enfim, crescermos e assim, podemos ter a possibilidade de a cada dia nos tornarmos melhores.