Aplicativos, você tem? Parte I

aplicativosapp

Aplicativos, você tem?

Aplicativos ou famosos apps que você encontra nas lojas da Google, Apple e Windows (entre outros), que parecem mágicos, que basta tocar no ícone e seus problemas são resolvidos.

Temos aplicativos para quase tudo ou tudo, desde um aplicativo de como dar nó em gravatas, e mais simples ainda, a aplicativos de GPS e outros mais complexos.

O sonho de muitos empreendedores é ter seu aplicativo, e que este aplicativo possa ajudar as pessoas e ainda gerar faturamento para o negócio.

Mas não é bem simples, precisa ter uma boa ideia, algo que realmente seja relevante aos possíveis usuários, inovador, por isso devemos pesquisar muito, entender sua legislação e classificação.

O número de aplicativos este ano deve ultrapassar a marca de 100 bilhões de downloads, veja link http://www.proxxima.com.br/home/mobile/2013/09/19/Download-de-aplicativos-deve-ultrapassar-marca-de-100-bilhoes-este-ano.html

Um mercado que podemos dizer que cresce exponencialmente, mas quanto tempo levamos para desenvolver um aplicativo, este link te dará uma ideia de tempo link http://mobgeek.com.br/blog/tempo-dev-app , mas lembre-se sempre que dedicação, planejamento e pesquisas são fundamentais para o sucesso do negócio.

E para começar a pensar em desenvolver algo que tal conhecer Andy Puddicombe, um ex monge budista que criou um aplicativo de meditação http://www1.folha.uol.com.br/tec/2016/03/1751579-ex-monge-budista-levanta-milhoes-de-dolares-com-aplicativo-de-meditacao.shtml

Este post será dividido em 3 partes, algumas dicas de como começar um aplicativo, tipos de aplicativos, sua legislação, pessoas envolvidas, como iniciar um projeto de aplicativo, entre outras informações.

Se você quiser contribuir, deixe suas mensagens em comentários ou nos envie um email para comercial@fabricadeempreendedores.com.br passando dicas de experiências como usuário ou desenvolvedor.

Lembre-se : “…os nossos conhecimentos são a reunião do raciocínio e experiência de numerosas mentes…” , então compartilhe.

Até o próximo post.

Fábrica de Empreendedores

A desconstrução de uma imagem – Case Sandy Devassa

Quando uma empresa ou uma pessoa constrói uma imagem, é muito difícil ela ser desconstruída e isso também vale quando se desconstrói uma imagem, talvez seja ainda mais difícil, reconstrui-la.

Quando vi o comercial da Devassa com a Sandy, ri muito porque aquilo me gerou totalmente uma “disfunção cognitiva”, isto é, a imagem que tinha da Sandy não batia com o tipo de produto e isso gerou uma total confusão dos meus pensamentos e consequentemente, talvez, até inconscientemente, meu cérebro dizia: “isso é propaganda enganosa! Não compre esse produto! A Sandy nem tem cara de que gosta de beber!”

Tanto que o negócio não vingou que a propaganda não continuou a ser vinculada. Nas entrevistas, a Sandy afirma que não é tão certinha, de que tem seu lado divertido (no dicionário a palavra significa alegre, engraçado, mas não é sinônimo de devassa que é libertina, licenciosa, dissoluta, crapulosa, desregrada).

Eu pergunto, o que tem de mais em se manter com a imagem de certinha que ela construiu? Quem gosta da cantora Sandy, vai continuar adorando.

Faço uma associação com empresas que construiram uma imagem para um determinado mercado e de repente para entrar em um outro mercado, resolvem mudar totalmente sua imagem. E o que acontece? Por não parecer verdadeiro, acabam perdendo os clientes antigos e não ganham os novos.

Talvez, a Sandy esteja fazendo a mesma coisa. Quer atuar em outro mercado e assim, começa a “tentar” criar uma nova imagem. E sinceramente, não precisa mudar, pois é uma excelente cantora e que terá sempre um público cativo.

E pior, sempre digo: às vezes é melhor ficar quieto para não se enrolar mais ainda. Nas entrevistas a fim de justificar sua escolha, ela diz que não gosta de cerveja, mas diz que já tomou um porre (eu já tomei alguns e nem por isso me considero devassa) e afirma que outros artistas como a Xuxa e o casal Angélica e Luciano Huck não usam os produtos que mostram em propagandas.

Outro problema, fale por você, não pelos outros. A assessoria da Xuxa e do casal maravilha (que adoro!) afirmaram que utilizam e provavelmente, ficaram aborrecidos com as declarações da Sandy, queimando seu filme com eles. Ainda mais o Luciano que já fez especiais com ela e o Junior, a convidou para participar do Soletrando.

No mundo empresarial isso acontece quando uma empresa começa a expor seus parceiros ou concorrentes para tentar justificar suas ações. E o que acaba acontecendo? Fica mal visto pelo mercado.

Quantas Devassas você tomou por causa da Sandy? Eu, particularmente, nenhuma, já tenho minhas bebidas preferidas (cerveja já foi uma delas). Agora, se ela fizesse propaganda de produtos mais com a cara dela, por exemplo: livros e produtos educacionais – ela se formou em letras, é articulada, escreve e fala bem, parece estudiosa; eletrodomésticos e produtos para casa – casada com um rapaz que também parece um bom menino e ela parece ser organizada; cosméticos – ela tem a pele linda; acho que eu experimentaria, afinal ficaria muito mais congruente e não me daria essa confusão mental!

Você que possui uma empresa, veja qual a imagem que você passa. Se for do bem, continue a trabalhá-la dessa forma. Se é tradicional, pode até dar um ar mais moderno, mas faça isso com produtos e serviços inovadores e continue a contemplar sua tradição, pois isso dá credibilidade e mantém sua empresa.

Agora, se sua empresa possui uma imagem ruim no mercado, às vezes, nem a melhor agência de propaganda consegue reverter a situação. Por isso, cuide sempre da sua imagem e da imagem de sua empresa.

Pare de vender o que você tem. Comece a vender o que eles querem.

                                                     IBM

O título acima é da nova propaganda da IBM que tem me surpreendido com inteligência e perspicácia.

Essa frase pode parecer simples e óbvia, porém o que mais encontro nas minhas “andanças” no mundo empresarial são pessoas que agem de forma totalmente oposta.

Muitos “donos” de empresas acreditam que um bom produto por si só faz o sucesso de um negócio, eles têm a certeza de que se eles gostam, “todo o mundo”, é lógico, vai gostar.

E o que vemos, depois de algum tempo, são empresários frustrados e colocando a culpa no mau-gosto do cliente, na falta de percepção da qualidade de seu produto e quantos já vi dizendo que: “se não fosse o cliente, ele estaria muito bem”. Vocês não acreditam nisso? É a mais pura verdade!!

O que falta nesses empresários em questão, é um conhecimento maior do cliente que se quer atingir, conversar com ele, questioná-lo para vender a ele o que realmente deseja.

Uma vez, entrei em uma loja de roupas em um shopping em São Paulo e gostei bastante de uma peça que estava na vitrine, porém como era a única, a vendedora disse que não poderia tirar e começou a me mostrar o que “ela tinha” para me vender. Mesmo eu dizendo que não me interessava por nada, ela quase despencou a prateleira. Saí de mãos vazias, bastante irritada e com certeza, essa moça teve história para contar pelo resto da semana sobre a “cliente mala” que ela atendeu.

Seria tão simples vender para mim… era só vender o que “eu queria”.

Pense se você está atendendo seus clientes e obtendo bons resultados financeiros ou se está atendendo seu ego e deixando de lucrar o que gostaria!