Filme: “O Grande Chefe”

O Grande ChefeEste é um filme dinamarquês onde se observa uma montagem bastante amadora, com vários cortes e retomadas repentinas, com diálogos longos, muitas vezes recheados de filosofia barata, que o torna lento, bastante diferente das produções americanas. Por isso, não espere uma obra de arte, mas um filme que traz uma história interessante.

Ravn é dono de uma empresa de tecnologia e que deseja vendê-la, porém, aí surge o problema. Ninguém na empresa sabe que ele é o proprietário, ele finge ser um funcionário da empresa que tem o contato com “o chefe de todos”.

Porém, o comprador deseja tratar com o proprietário e ninguém mais. Então, Ravn contrata um ator para se passar pelo presidente da empresa que acaba trazendo muitas surpresas.

E porque Ravn durante esses 10 anos, nunca disse que era o dono?

Ravn é o retrato de muitas pessoas que existem neste mundo que têm um medo enorme de perder o amor das pessoas, gosta de se sentir querido e adorado e para que não perdesse o carinho de todos, preferia se esconder quando havia medidas impopulares a serem tomadas, dizendo que eram ordens do “chefe do todo mundo”.

Quando se é um verdadeiro líder, temos que ter a coragem de enfrentar as pessoas, por isso a transparência é primordial, acima de tudo. Afinal, nem tudo são flores, na busca pelos resultados empresariais, muitas vezes, temos que tomar atitudes que não conseguem agradar a todos.

Por incrível que pareça, já encontrei muitos Ravns pelo caminho. Pessoas que todos sabem que são delas as decisões, mas preferem colocar a culpa em outros, para aliviar suas consciências, se isso é possível!

Acredito que o verdadeiro líder deve ser admirado pelo o que realmente é e não precisa se esconder por trás de um personagem.

E você? Conhece muitos Ravns pela vida ou é um deles?

 

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Filme: “Poder além da vida”

Poder Além da VidaDan Millman é um jovem ginasta, cuja especialidade são as argolas. Ousado, arrogante, popular entre as garotas, rico, enfim, acredita que pode fazer tudo o que quiser em sua vida.

Porém, algo o angustia, fazendo perder noites e noites de sono até que encontra um homem misterioso que trabalha em um posto de gasolina a quem começa a chamar de Sócrates, pois pela forma como fala, parece um filósofo.

Dan apesar de se sentir atraído pelos ensinamentos de Sócrates, não quer seguir o que lhe é solicitado até que sofre um grave acidente que muda sua vida e até pode mudar a forma como você enxerga seu dia a dia.

Será que para mudarmos nossa vida, precisamos que algo muito sério aconteça?

Esse filme faz com que possamos refletir sobre isso, enquanto está tudo bem, Dan continua a desafiar o mundo, a fazer coisas sem pensar, arrisca-se pelo simples prazer da adrenalina.

Quantos empresários fazem a mesma coisa em suas empresas? Até que acontece uma quebra ou resultados muito ruins que os fazem parar para pensar e buscarem uma mudança.

No filme, Sócrates diz para Dan que “temos muito a aprender e muito para esquecer” e o que isso tem a ver com nosso mundo empresarial?

Muitos empresários ao invés de buscarem saídas para seus problemas, ficam cada vez mais imersos neles. Nesse momento, o passado só serve para verificarmos o que podemos aprender, mas o sofrimento por ele, nada adiantará. Devemos buscar sim, o aprendizado, pois ele é eterno, ele é o futuro que nunca acabará; enquanto o passado é finito, já acabou e não retornará. Por isso, sair dos problemas é buscar novas oportunidades, soluções para seu desenvolvimento.

Sócrates também diz que “conhecimento é saber fazer e sabedoria é fazer, agir”.

Em todos os treinamentos, nas expectativas, as pessoas, normalmente, dizem que vieram buscar conhecimento, porém quando começo a aprofundar suas expectativas, o que elas querem na realidade é aprender a fazer, isto é, chegar à sabedoria.

Os empresários sempre dizem que querem conhecer sobre financeiro, marketing, gestão, pessoas, mas na realidade, eles já conhecem tudo sobre esses aspectos por meio de livros, cursos etc. O grande problema é como colocar em prática o processo de execução nas empresas e a grande dica é: experimente, coloque a mão na massa, pratique, erre, conserte, refaça e nesse momento alcançará o que tanto deseja.

Quer um exemplo simples para isto? Qualquer pessoa “sabe” fazer um bolo, é só pegar uma receita e está tudo lá anotado, porém o verdadeiro aprendizado só se dará ao “fazer” o bolo, pois só nesse momento é que você verá como é quebrar os ovos, sentir a textura da farinha misturada ao leite, como é mexer a massa para não deixar nenhum “pelotinho” de farinha, como é acender um forno, untar uma assadeira e saber quando está pronto.

Enfim, há uma grande diferença entre saber fazer e fazer.

Em uma cena do filme, Sócrates convida Dan para conhecer um lugar maravilhoso e depois de horas de caminhada chegam ao topo de uma montanha que na visão de Dan não tem nada de maravilhoso e incomum e ele começa a reclamar. Sócrates diz para ele relembrar a caminhada, o quanto ele estava motivado em chegar, como falava com empolgação mesmo com o cansaço e as dificuldades. Nesse momento, Sócrates faz uma analogia com a vida, dizendo que “a felicidade é a jornada e não o destino”.

Quando pergunto qual o maior sonho das pessoas, normalmente, elas me dizem “SER FELIZ”, como se fosse um ponto de chegada e quando faço uma outra pergunta se isto quer dizer que elas não são felizes, ficam caladas e pensativas e respondem: “é claro que não… sou feliz!”.

A felicidade, enfim, não é um ponto final, mas uma eterna viagem, as pequenas e grandes coisas que acontecem em sua vida, as surpresas, as conquistas (não importa o tamanho), os erros, as derrotas, a superação, as pessoas que você encontra em seu caminho.

Por último, Sócrates diz que existem 3 regras básicas que devemos seguir:

1. Paradoxo – a vida é um mistério

2. Humor – aprender a rir de si mesmo

3. Mudança – tudo na vida muda

E aí, que tal descobrir todo os dias o mistério da vida, rir de seus tombos, de suas piadas, de seu jeito e mudar para ter resultados melhores em sua vida?

Filme: “Sexta-feira muito louca”

Sexta-feira muito loucaÉ um filme com um enredo nada original, mas que serve para fazermos uma excelente análise de nossas relações pessoais. 

Mãe e filha vivem em eterna crise, afinal são muito diferentes, não respeitam às opiniões alheias, não conseguem entrar em um consenso, pensam apenas em si, até que recebem um biscoito da sorte chinês que as faz trocar de corpos e aí começa uma enorme confusão, pois a mãe está de casamento marcado para o dia seguinte. 

Para que possam cumprir suas obrigações, elas se passam pela outra e descobrem que o feitiço só poderá ser desfeito se cumprirem o que diz a mensagem do biscoito que fala do amor verdadeiro e o resto do filme, só assistindo. 

Não falarei da relação mãe e filha, mas das relações pessoais, focando, exatamente, na empresa. 

Talvez, alguns que lêem meu blog constantemente, pensem… “por que ela fala tanto de pessoas se é um blog sobre Empreendedorismo?”.  

Porque o mundo dos negócios é feito por pessoas, sem elas, sem seu suporte, nada pode existir e, principalmente, se não sabemos lidar com elas, as empresas podem não ter o sucesso que tanto desejamos. 

A mensagem do biscoito chinês do filme fala do amor verdadeiro e o que isso quer dizer? 

Respeitar as pessoas, compreender suas necessidades, seus pontos de vista, conhecê-las melhor, nos conhecer também para que possamos lidar com as diferenças. 

Você acha que se conhece bem? É do tipo que acredita que sempre tem razão e não existe outra pessoa que possa fazer o trabalho tão bem quanto você? Não consegue delegar, pois desconfia da competência do outro? Encobre seu autoritarismo quando diz que faz pelo bem da equipe? Adora dar feedbacks, mas não consegue ouvir, pois pensa que não tem nada para aprender de novo, que sabe tudo? 

Se você se enquadra em algumas destas perguntas, acho que você tem um problema! 

O primeiro passo para lidar com pessoas é buscar seu autoconhecimento, pois como você pode compreender os outros se não consegue compreender a si próprio, respeitar suas limitações, potencializar seus pontos fortes? 

Quem já não teve no ambiente empresarial, conflitos pessoais? Aquele colega de trabalho que parece fazer tudo errado, o chefe que você acredita ser um incompetente, um funcionário que parece não te entender, entre outros. 

O que normalmente acontece é que permanecemos no nosso ponto de vista, acreditamos que esse é o mais correto e não conseguimos enxergar as situações do ponto de vista das outras pessoas, pois temos valores, crenças e preconceitos que fazem com que eu enxergue o mundo apenas do lado que desejo, das coisas que considero mais importantes. 

Muitos CEOs de grandes empresas estão sendo demitidos e por quê? Não por falta de competência técnica, mas por não saber guiar pessoas para buscarem os resultados empresariais, esquecem que apesar de estarem em um ambiente empresarial, essas pessoas não são apenas profissionais… são seres humanos com sentimentos, vontades, pontos fracos e fortes, sendo assim, precisam aprender a lidar com isso. 

Você já deve ter ouvido a história do vendedor brilhante que foi promovido para supervisor de venda e foi um fiasco nessa posição, sendo demitido. O que aconteceu? O gerente dessa pessoa, do “seu” ponto de vista, acreditava que um profissional como esse, seria brilhante em qualquer lugar e como “todo mundo”, quer ter uma oportunidade melhor, porém, não perguntou a esse vendedor se ele queria uma promoção e se sentia feliz e preparado para isso.  

Por isso, devemos respeitar as pessoas, cada uma tem sua ambição, sua forma de pensar e lidar com o mundo, você não pode querer mudá-la, a mudança só pode depender dela.  

Vou propor um desafio… que tal você trocar de função ou pelo menos assumir algumas tarefas de alguém  com quem você trabalha para começar a entender o ponto de vista do outro para que você possa ajudá-lo e ser ajudado e provavelmente, aprenderá coisas que nunca imaginou, ampliando sua visão de mundo.  

Filme: “Coach Carter – Treino para a Vida”

Coach CarterEste filme é baseado na história real de Ken Carter, um treinador (coach) de basquete que deseja transformar a vida de garotos de uma escola da periferia da Califórnia, utilizando o esporte e a educação.

Carter, proprietário de uma loja de materiais esportivos, se depara com um convite para se tornar treinador do Colégio Richmond onde havia estudado e jogado basquete com inúmeros recordes que não haviam sido quebrados.

Mas o desafio era grande, o time na última temporada ganhou apenas 4 jogos e perdeu 22. Os jogadores eram briguentos, sem nenhuma disciplina e regras, mas Carter acreditava que podia transformá-los.

O basquete não deveria ser uma desculpa para estar na escola, mas uma conquista obtendo boas notas e presença nas aulas e assim, Carter decide impor regras que a princípio deixam pais, professores e alunos inconformados, mas ele não se importa, pois sabe o que precisa fazer para chegar onde deseja.

Carter faz com que esses garotos comecem a visualizar um mundo diferente, com a possibilidade de irem para a universidade, de não pertecerem ao mundo que seus pais e amigos fazem parte, o das drogas e do crime, enfim, podem se tornar verdadeiros cidadãos e profissionais.

Esses meninos descobrem suas potencialidades, sua autoconfiança e auto-estima aumentam, aprendem o que é ser uma equipe, ajudando uns aos outros. Aprendem a ganhar e a perder, como ocorre em nossa vida.

Vamos analisar esse filme com foco na liderança nas empresas, principalmente voltado ao processo de Execução que segundo Ram Charam é um grande problema, pois a maioria dos executivos estão preocupados com as estratégias, mas não com a execução e por isso os resultados não aparecem.

1. Carter gostava de desafios, pois como esportista e empresário, isso fazia parte de sua vida. E assim, é o líder, eternamente movido a desafios, senão sua vida não tem sentido.

2. Carter gostava de pessoas e acreditava que todas podiam desenvolver seu potencial, porém precisavam se conhecer realmente para que pudessem fazer a diferença em suas vidas, por isso fazia com que os garotos chegassem ao limite do corpo, da mente, da alma. Era absolutamente transparente, não ficava com medo de melindrar, de causar uma revolução, de perder os garotos; trabalhava o processo de feedback de forma brilhante, “o que você faz bem… o que você não faz e como pode fazer”.

Vejo que várias pessoas que estão exercendo a liderança atualmente não estão preparadas para isso, pois primeiro, não gostam de pessoas, não se importam com elas, as enxergam apenas como um objeto para atingirem seus objetivos e por isso, muitas vezes não conseguem. E segundo, não saber trabalhar o processo de vital importância nas relações pessoais que é o feedback. Alguns têm muito medo em dar o feedback e serem vistos como “mauzinhos” da empresa, preferindo ficar “de bem” com todos, outros acreditam que o feedback só é utilizado quando ocorreu algo errado e aí também o resultado não aparece. Acredito que esse assunto merece um post próprio que depois escreverei.

3. Carter ao testar os jogadores, começa a colocá-los nas posições mais adequadas. Nas empresas, muitas pessoas são colocadas em posições que não possuem a competência necessária e por isso, muitas vezes são descartadas ou discriminadas. Deve-se haver um estudo mais aprofundado das competências profissionais para termos pessoas certas nos lugares certos.

4. Carter podia exigir resultados, pois sabia que era possível, afinal ele também fora aluno daquela escola, passou pelas mesmas situações daqueles garotos, foi um brilhante jogador e conseguiu dar a volta por cima, estudar e se tornar um empresário. Quantos líderes que vemos nas empresas que elaboram estratégias maravilhosas, mas não sabem como excutá-las e quando questionados dizem: “eu sou pago para pensar… vocês são pagos para fazer!”. Mas como executar algo que nem o líder sabe por onde começar? O líder precisa dar a direção, mostrar que é possível e que está com a equipe em todo o processo, caso contrário, a credibilidade do líder começa a cair e seus funcionários não o seguem. Imagine o Coach Carter dizendo para seus garotos que eles podem ter uma vida diferente se a dele não tivesse sido… será que eles o seguiriam? O que você acha de um médico endocrinologista obeso que te diz que é possível emagrecer de forma natural?

Os líderes precisam ser um exemplo!

5. Existia um garoto (Cruz) que sempre entrava em embate com Carter que sempre o questionava e desafiava: “Do que você tem medo?”. Após passar por muitas coisas, esse garoto responde a essa pergunta: “Temos medo do nosso próprio brilho!”.

O verdadeiro líder é um transformador de pessoas e do ambiente em que vive e por isso precisa buscar seu autoconhecimento e conhecer as pessoas com quem se relaciona para ajudá-las no seu desenvolvimento e fazer com que elas brilhem e saibam lidar com isso. No momento em que cada um encontre seu caminho e saiba que para obter um melhor resultado (um brilho maior) precisa de outras pessoas, o líder conseguiu formar uma verdadeira equipe.

Nosso ativo mais importante na empresa é formado pelas pessoas. Nenhuma estratégia dará resultado se não conseguir ter pessoas para operacionalizá-las. Por isso, passe a valorizá-las!

Filme: “As férias da minha vida”

As férias da minha vidaDesde que comecei a trabalhar com Empreendedorismo, nunca mais consegui assistir a um filme sem buscar analogias com o mundo empresarial e com as pessoas que fazem parte desse ambiente. Acho que virei uma “empreneurótica” e mesmo que eu entre em uma sala de cinema ou pegue um DVD para apenas me divertir e relaxar, não consigo.

Sendo assim, compartilharei esses filmes com vocês, pois alguns parecem despretensiosos, mas quando assistidos com um olhar mais crítico e atento nos trazem verdadeiros ensinamentos e insights.

Um exemplo é o filme “As férias da minha vida” (Last Holiday). É uma comédia, mas muito interessante, pois retrata a vida de muitos de nós.

Georgia é a personagem principal, uma mulher talentosa, porém com autoconfiança baixa que apenas deseja agradar aos outros, se esquecendo de si e permitindo que sua vida continue sem graça.

Ela possui um livro que chama de Livro das Possibilidades, onde estão lugares e pessoas que gostaria de conhecer, as comidas que fez (ela é uma excelente cozinheira) e que não comeu, pois vive de dieta; o homem que gostaria de se casar, mas não tem coragem de se revelar.

Até que um dia, ela recebe a notícia de que morrerá em 4 semanas e o que ela faz?

Resolve transformar todas as possibilidades em realidades para que então, possa morrer feliz. Bem, daí em diante, eu não contarei, afinal não teria graça… mas, o que isso tem a ver com o mundo empresarial? Vamos lá… farei a analogia com a metodologia que utilizamos na Fábrica de Empreendedores:

1. Descoberta – Georgia é uma pessoa muito especial, porém só se permitiu enxergar sua beleza e talento quando descobriu sua doença. Muitas pessoas se encondem a vida inteira atrás de outras pessoas, de um bom emprego, de desculpas e só descobrem seu potencial ou o que desejam para sua vida quando algo muito drástico ocorre: a perda de alguém querido, o emprego, uma doença, a falência de um negócio. Será que precisamos esperar algo acontecer para sabermos quem somos nós realmente? Pode ter certeza, você é muito melhor do que imagina e pode fazer coisas que nunca imaginou!

2. Sonhar – Georgia é uma grande sonhadora, mas acredita que tudo não passava de possibilidades e como uma mulher simples poderia alcançar aquilo. Todos temos nosso Livro das Possibilidades, mesmo que ele não seja físico, mas alguns nem sequer cogitam em transformar esses sonhos em realidade, pois acham uma loucura e pior, ficam pensando no que os outros vão dizer. Tenha coragem de sonhar, pois é o primeiro passo para que possamos transformar nossas vidas.

3. Planejar – Georgia sempre foi uma mulher cautelosa nas finanças, por isso tem um bom dinheiro guardado e como sabe de sua doença terminal, resolve sacar todo o dinheiro que tem e torrar tudo, pois quer viver tudo o que não viveu, mas se ela pode fazer isso nesse momento, já não poderia ter feito? Pois é, muitas pessoas têm o orgulho de dizer que são econômicas, mas para quê? Às vezes, nem elas não sabem. Guardar dinheiro faz parte de um bom planejamento, mas se não souber exatamente o que fará com ele, de nada servirá. Pegue seus sonhos do Livro das Possibilidades e comece a colocar no papel os passos que você deverá fazer para alcançá-los e você, provavelmente, não precisará sair cometendo loucuras para realizá-los.

4. Executar – Georgia seria uma excelente líder nas empresas porque não têm medo de dizer para as pessoas o que elas precisam saber para melhorarem, arregimenta seguidores por suas atitudes e recompensas, além de colocar em ação tudo o que sonhou. A execução é um grande problemas nas empresas, pois os executivos fazem planos de ação lindos, mas quem fará o serviço e como? Os líderes precisar fornecer feedback e não fazem, pois não sabem e têm medo, fazendo com que percam credibilidade. Não estabelecem um programa de recompensas e pior, como também não sabem como colocar o que está no papel em ação, acabam não produzindo os resultados esperados, colocando a culpa nos outros e na estratégia. Mas de que adianta uma estratégia se não temos pessoas adequadas para operacionalizá-la?

5. Ousar – Georgia se transforma em pura ousadia e inovação, traz um brilho diferente nos olhos das pessoas e consegue mudar a vida e o comportamento delas. Essa é a função do empreendedor, transformar sua vida, de sua equipe, de sua empresa, da comunidade em que atua por meio de novas oportunidades e inovação, pois somente dessa forma pode gerar mais empregos e renda para que todos possam ter melhores resultados.

Assista ao filme e responda às seguintes perguntas?

1. Quem sou eu?

2. O que desejo para minha vida?

3. O que preciso fazer para alcançar o que quero?

4. Como atingir os resultados que desejo? Preciso da ajuda de quais pessoas e por quê? O que elas ganharão com isso?

5. O que posso fazer de diferente hoje para transformar meu dia? (Mesmo que seja mudar o lado da cama que você dorme. Acredite! Você vai ver seu quarto de um ângulo diferente!)

Descubra, sonhe, planeje, execute, ouse e VIVA!!! Transforme possibilidades em realidades!