Pequenas ações, grandes feitos

Olá!

blurred-image-of-people-in-underground2016 passou rápido, não é? Parece que foi ontem. Uma sensação de que o tempo está voando a cada ano que passa, mas o tempo sempre é o mesmo. O que pode mudar são nossas atitudes no nosso dia a dia.

Pequenas ações levam a grandes feitos, mas para tudo isso acontecer temos que nos mexer. Nos preocupamos muitas vezes em superar os feitos de outras pessoas quando na verdade temos que superar a nós mesmos.

black-and-white-image-of-young-woman-sitting-on-benchSó você e mais ninguém sabe das suas dificuldades e resolvê-las depende 99% das suas atitudes. E quando essas dificuldades passam pelo financeiro e que muitas vezes buscamos resolvê-las de forma “desestruturada” e desesperada, ao invés de resolver, aumentamos o problema.

Este ano o TeuControle quer que você saia desse círculo vicioso, como dizemos “ é você, no controle das suas finanças

Nosso foco em 2017 é mostrar como você pode fazer um ano diferente, sair da rotina das tentativas e entrar na rotina do fazer: a palavra é executar!

tourist-looking-at-mountainsProblemas irão existir, mas se você estiver planejado as dificuldades serão enfrentadas com mais clareza e assertividade. Vamos construir um 2017 diferente e que não será mais do mesmo de 2016.

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E para embalar este ano que tal um som,  aumente o volume…


Obrigado e até o próximo post.

Equipe TeuControle.com

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As três caixas da vida

Segundo o escritor Richard Bolles, nossa vida está dividida em três caixas:

1. Caixa da Educação

2. Caixa do Trabalho

3. Caixa da Aposentadoria

Nos treinamentos, quando apresento essas caixas, faço a seguinte pergunta: “Qual caixa que você tem o maior foco hoje?” Será que você consegue descobrir o que todos respondem (ou a maioria)? Obviamente, a resposta é Caixa do Trabalho.

Segunda pergunta: “Quem tem se dedicado à Caixa da Educação?” Alguns respondem que estão estudando, outros dizem que gostariam de estudar, mas não conseguem tempo.

Terceira pergunta: “Quem tem se dedicado à Caixa da Aposentadoria?” Poucos (muito poucos) respondem que sim e ao questioná-los sobre o que têm feito, a resposta é “Previdência Privada”.

Vamos verificar qual a ligação dessas três caixas e a importância de manter atenção sobre todas elas.

Quando somos crianças e adolescentes nosso foco maior é sobre a Caixa da Educação, afinal alguns pais sempre diziam ou dizem: “Você tem que ir bem na escola, afinal você só estuda!”

Depois de ter estudado (ou não), nosso foco vai para a Caixa do Trabalho, afinal é de lá que vamos obter dinheiro para conquistar nossos sonhos (mesmo para “ser” você precisará de dinheiro). E aí começa o desequilíbrio.

Quando Bolles fala da Caixa Trabalho, isso não quer dizer que você só deva trabalhar, mas que você consiga trabalhar de uma forma equilibrada, isto é, conciliar sua vida pessoal com a profissional. Afinal, para que você trabalha? Para conquistar seus sonhos e muitos deles estarão na Caixa da Aposentadoria.

Por isso, devemos pensar na conexão dessas três caixas. Se você só foca nos estudos sem pensar em um trabalho, pode virar um estudante profissional sem emprego.

Se você foca apenas no trabalho sem pensar nos estudos, pode se transformar em um profissional ou empreendedor desatualizado, correndo o risco de ficar para trás, pois sempre haverá alguém buscando aprender mais (não estou falando apenas em estudo formal, mas ler publicações, assistir reportagens, acessar internet é um forma de estudar).

Quando você pensar na Caixa da Aposentadoria deve refletir sobre a forma que tem atuado na Caixa do Trabalho. Pense em sua aposentadoria… o que você deseja fazer? Uma segunda carreira (então tem que estudar hoje), ficar de papo para o ar (então tem que começar a guardar dinheiro hoje), ser voluntário (então tem que começar a se preparar hoje).

Quem você deseja que esteja com você curtindo a aposentadoria? Reflita se você (mesmo trabalhando) tem dado atenção suficiente a essas pessoas? Porque se não estiver, provavelmente, elas não estarão com você no futuro e aí para que ter trabalhado tanto, ter juntado dinheiro, mas se não houver ninguém para compartilhar o que você possui?

A Caixa do Trabalho é o momento crucial que servirá para alcançarmos uma aposentadoria feliz.

Lembre-se que é a época de juntarmos dinheiro suficiente para vivermos bem (afinal você acha que o sistema previdenciário sobreviverá por muito tempo?); de praticarmos exercícios e termos uma boa alimentação para chegarmos saudáveis (de nada adianta ter dinheiro, ser doente e gastar um monte em médicos e remédios); de cuidarmos das pessoas que amamos para curtimos momentos bacanas juntos; de pensarmos em um projeto pessoal (afinal, um dia nossos filhos vão cuidar de suas vidas e pouco precisarão de nós).

Cuide dessas três caixas com muita atenção, pensando no futuro e agindo no presente!

A importância das nossas histórias

No começo do mês, tive a oportunidade de encontrar meu amigo Christian Barbosa com quem adoro conversar e ele me contou sobre o curso que havia feito com Anthony Robbins que diz que toda pessoa precisa contar sua história.

Já havia pensado muito sobre isso, principalmente, quando li o livro do Mário Sérgio Cortella intitulado “Qual é a tua obra?”. Por isso, resolvi me dedicar a este post.

Os grandes homens e mulheres sempre têm histórias para contar. Talvez, muitos de nós não nos tornemos famosos, mas podemos ser grandes para nossa família, nossos amigos.

Antigamente, era muito mais comum, sentarmos em torno de uma mesa e ouvirmos histórias de nossos avós, bisavós. Hoje, algumas histórias começaram a se perder pela falta de convivência.

Quais as histórias que você ouviu de seus antepassados e que de uma forma ou outra, guiaram seus passos, ajudaram a estabelecer seus valores?

Qual história seus filhos, seus amigos, seus liderados, seus clientes, as pessoas de seu relacionamento contarão sobre você? Será que será uma história engraçada? De persistência e superação? De ensinamentos? De atenção, afeto, carinho, amor? Ou nem se lembrarão de sua passagem em suas vidas?

Hoje fiquei pensando nas histórias que me lembro e que me lembrarei sobre algumas pessoas. Às vezes, me vem algum fato desagradável ou triste, mas penso que isto me trouxe um grande aprendizado.

Mas, no final, tenho tantas histórias felizes que me lembro de meus pais, de minha irmã, de vários amigos queridos, de vários companheiros de trabalho, de meu marido, de minha filha.

Eles me deixaram várias histórias e qual a minha história?

Puxa! Descobri que não tenho uma, mas várias: da Valeria Empreendedora que começou aos 7 anos fazendo pulseirinhas de cordões, da Valeria Profissional que começou aos 17 anos e que recebia um salário que era exatamente o valor da faculdade, da Valeria Estudante que chorou uma semana com o primeiro “C” que tirou, da Valeria Amiga que fazia altas farras, da Valeria Família que tem momentos memoráveis, da Valeria Cinderela que um dia encontrou seu príncipe na escola técnica e viveram felizes para sempre com sua princesinha!

Eu sempre disse que nunca seria uma palestrante motivacional, pois não tinha história triste para contar (reparou que todos que atuam nessa área, contam histórias tristes?). Mas, revendo minha história, encontrei alguns fatos, entre eles, é que nunca tive um professor bonito para viver um amor platônico! Viu como sou triste???!!!!

Enfim, nossas histórias do passado nos ajudam a lembrar de onde viemos, de nossos valores. O que vivemos no presente, se for significativo, será mais uma história em nosso livro da vida. E, devemos criar a história que desejamos viver no futuro para um dia ser contada com orgulho!

Triste daquele que não possui histórias para compartilhar, pois serão as únicas coisas que deixará e que poderá perpetuar sua existência.

E você, quais são suas histórias?

Texto: “Trabalho e Vida”

Encontrei este texto no meu arquivo, infelizmente, não tem o autor, mas nos faz refletir sobre mudanças e opções de vida.

O que você prefere: ser um sucesso em algo que odeia ou um fracasso em algo que ama?
Essa tem sido uma pergunta cada vez mais freqüente no ambiente de trabalho.
Muita gente está em cargos e funções que, se pudesse realmente escolher, não estaria.
Mas como precisam de dinheiro e da segurança, ficam lá.
Pergunta: que tipo de resultado será que teremos numa empresa onde a maioria das pessoas não ama realmente o que faz?
Todo mundo concorda que as empresas vencedoras precisam de pessoas que vistam a camisa e estejam realizadas no trabalho.
Este não é um novo conceito.
Mas é uma das regras mais desrespeitadas do mundo corporativo.
Existem milhares de pessoas inteligentes, com habilidades e talentos completamente desperdiçados pela falta de motivação.
Andam com o freio de mão puxado, inseguras de sua posição no mundo, sem contribuir nem produzir nem 25% do que seriam capazes.
Acho que as pessoas já começam na carreira muitas vezes de forma errada.
As empresas estão acostumadas a pensar em termos de oportunidades.
Na nossa vida pessoal, temos que começar a pensar diferente: “O que quero fazer da
minha vida?”.
Citando Eduardo Galeano, somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos.
Vejo muita gente falando de planejamento de carreira.
Pessoalmente, acho isso uma tremenda bobagem, pois resulta numa vida quadradinha, cartesiana.
Acho que foi Helen Keller quem disse “Evitar o perigo não é mais seguro do que viver exposto a ele. A vida é uma grande aventura, ou então não é nada”.
Essas pessoas podem até conseguir o sucesso financeiro e social, mas é tudo fachada.
Por dentro estão destruídas, consumidas internamente por um sentimento que insiste em fustigá-las sem trégua.
É a dúvida mais atroz que existe: se teoricamente tenho tudo para ser feliz, porque não sou?
Felizmente existe uma saída.
Ao invés de se concentrar no que virá depois, concentre-se no que é mais importante. Como disse certa vez um sábio, preocupe-se mais com o seu caráter do que com sua reputação, porque sua reputação é o que os outros pensam de você, e o seu caráter é quem você realmente é.
Na verdade, o trabalho certo para você deveria ser mais parecido com a vida de verdade: às vezes divertido, às vezes agitado, muitas vezes frustrante.
Você sabe que encontrou algo que realmente ama quando as contrariedades parecem superficiais e fáceis de contornar.
São pequenos obstáculos, que você usa como degraus para o sucesso.
Ainda temos o conceito errado de que todo trabalho deve ser desafiador, divertido, revigorante.
Todos os dias!
Como se isso fosse realmente possível.
Mesmo estrelas de rock ficam cansadas de apresentar-se todas as noites para milhares de pessoas.
As pessoas que realmente amam seu trabalho raramente falam de como ele é emocionante ou desafiador.
Usam termos mais profundos: significado, sensação de bem-estar, realização.
Para as pessoas que amam o que fazem, trabalho e vida pessoal estão irremediavelmente juntos, não existe uma coisa sem a outra.
É tudo uma vida apenas.
Como disse Goethe: “A pessoa que nasceu com um talento que estava destinado a usar encontra sua maior felicidade ao usá-lo”.
Estamos todos escrevendo todos os dias a história da nossa própria vida.
Não é uma história de conquistas, mas sim de descobertas.
Através de erros e acertos descobrimos qual a verdadeira contribuição que podemos dar ao mundo.
Assim, descobrimos que o que no começo parece um grande salto audacioso é apenas um pequeno passo em relação ao futuro.
Então da próxima vez que for aceitar um desafio, não pergunte “O que vou fazer?” mas sim “Em que tipo de pessoa vou me transformar?”.
Porque só existe uma opção: ou você ama o que faz, ou não ama.

Texto de Raúl Candeloro: “O poder da disciplina”

Encontrei este texto no meu arquivo e achei interessante compartilhar com vocês, afinal quando optamos por uma vida empreendedora, a disciplina é fundamental.

Tem um pensador e palestrante norte-americano chamado Jim Rohn que aprendi a respeitar com o passar do tempo. É dele, por exemplo, a seguinte frase: “Tenho pena das pessoas que têm um restaurante favorito, mas não tem um autor ou livro favorito. Pois elas sabem onde alimentar seu corpo, mas matam de fome sua alma”.

 

Gosto também da visão dele sobre o fracasso. Rohn diz que o fracasso não é um evento isolado, um cataclisma. Raramente falhamos da noite para o dia. Na verdade, para ele o fracasso é geralmente o resultado inevitável de um acúmulo de pensamentos e decisões erradas. Simplificando, o fracasso não é nada mais do que alguns erros de julgamento repetidos todos os dias.

 

Mas porque alguém faria isso?, você pode se perguntar. Fácil. Porque a pessoa acha que aquilo não fará diferença. Pequenos erros, uma hora desperdiçada aqui, outra ali, etc., não parecem ter grande efeito imediato. É a mesma lógica dos fumantes – um cigarro não mata, então vou fumar outro mais. Já sabemos como vai terminar esta história.

 

Por exemplo, se você não leu pelo menos um livro nos últimos 30 dias, essa falta de disciplina não parece afetar sua vida. E como nada de ruim aconteceu, parece que podemos repetir isso por mais 30 dias. Nada acontece novamente, e quando você vai ver passou um ano inteiro sem ler. Ou sem fazer exercício. Ou sem prospectar novos clientes. Ou sem dizer a uma pessoa importante o quanto a ama. Aliás, pior do que não fazer alguma coisa é não notar como isso pode fazer diferença!

 

As conseqüências raramente são instantâneas. Ao contrário – elas se acumulam até que inevitavelmente o dia do juízo finalmente chega e devemos pagar pelo preço das decisões erradas que tomamos. Decisões que, quando tomadas, pareciam pouco importantes. Mas que somadas com o passar do tempo, transformam-se numa bola de neve imparável.

 

O problema é justamente a sutileza. No curto prazo pequenos erros realmente não parecem causar efeito algum. Na verdade, nem parece que estamos fazendo algo errado. Como nada acontece imediatamente, vamos navegando pela vida, achando que está tudo bem, mas por baixo da superfície uma grande onda, um verdadeiro “tsunami” (onda gigante) de conseqüências está se formando. Como  o céu não caiu na nossa cabeça ontem, achamos que hoje também não vai acontecer. Simplesmente  porque repetimos os mesmos erros, pensamos os mesmos pensamentos errados, escutamos as vozes e conselhos errados e fazemos as escolhas erradas.

 

Quando somos crianças, aprendemos rapidamente a não colocar a mão na tomada. Ou você coloca e leva um choque que nunca mais vai esquecer, ou escuta tantos gritos dos pais que acaba aprendendo. Mas na vida raramente isso acontece. O fracasso poucas vezes dá gritos de alerta.

 

Felizmente podemos transformar essa fórmula do fracasso na fórmula do sucesso. É simples: um pouco de disciplina praticada todos os dias.

 

Para começar, você tem que entender, de uma vez por todas, que o futuro é o que você colhe do que plantou hoje. Você pode se arrepender ou ser premiado amanhã, e quem vai decidir isso é você mesmo, fazendo o que fizer hoje. O problema é que a maioria das pessoas está tão mergulhada no presente que esquece de pensar e planejar seu futuro. Não mede as conseqüências (inevitáveis) de tudo o que fazem ou deixam de fazer.

  

De acordo com Jim Rohn, uma das coisas mais formidáveis sobre essa fórmula do sucesso – um pouco de disciplina praticada todos os dias – é que ela já traz resultados imediatos. Ao trocarmos voluntariamente erros diários por disciplina diária, experimentamos resultados positivos em curto espaço de tempo. Quando mudamos nossa dieta, nosso corpo, pele e cabelo  melhoram junto. Quando começamos a fazer exercícios, nosso nível de energia melhora imediatamente. Quando começamos a ler, um mundo novo se abre imediatamente na nossa frente. Quando prospectamos clientes, novas vendas começam imediatamente a surgir.

 

Por isso lembre-se: troque os pequenos erros pelos pequenos acertos, e com o passar do tempo isso se transformará numa grande onda de prosperidade na sua vida.

 

Filme: “O Diabo veste Prada”

O Diabo veste PradaA estória se passa no mundo glamouroso da moda onde Miranda Priestly é a editora poderosíssima de uma revista de moda, a Runway Magazine. Ela é temida e admirada ao mesmo tempo, altamente exigente, ditadora e centralizadora, para alguns o próprio diabo. Nunca agradece, nunca reconhece, acredita que as pessoas que trabalham com ela devem adivinhar seus próximos passos.

Andrea Sachs é uma jovem jornalista que deseja uma oportunidade em Nova Iorque e apesar de ser totalmente fora dos padrões vigentes da moda, não é magérrima, não se importa com o estilo de roupas que veste e não conhece nada sobre os grandes estilistas, consegue um emprego como assistente de Miranda.

Andrea sofre muitas humilhações, mas com a ajuda de Nigel, o diretor de moda da revista, acaba se transformando em uma profissional elegante e bem-vestida e assim, unindo à sua competência acaba despertando a admiração de Miranda, que vê a assistente como a si própria e dá a ela a oportunidade de se tornar sua assistente principal e ir para a Semana de Moda em Paris para assessorá-la.

Porém, nem tudo é alegria para Andrea, pois passa a ficar à disposição de Miranda 24 horas por dia, tanto para trabalhos profissionais quanto pessoais, por exemplo, fazer a lição de casa das filhas gêmeas de Miranda. Com isso, começa a ter conflitos com seu namorado e amigos que acreditam que Andrea mudou muito e não a reconhecem mais. Acaba em pró do trabalho, matando seu próprio eu.

Andrea sempre se desculpa com todos dizendo que “não tenho opção” e por isso tem que fazer coisas que não gostaria, até que a própria Miranda lhe diz que tudo é uma opção, seguir ou não, já é uma forma de opção. Nesse momento, Andrea toma uma decisão… agora acho que é melhor você assistir ao filme.

Já cansei de encontrar executivos e empreendedores muito parecidos com Miranda, autoconfiantes até beirando à arrogância, competentes, focados e reconhecidos como padrão de sucesso profissional. Porém, fora desse ambiente são pessoas solitárias, tristes, que há muito mataram seu próprio eu para se dedicarem totalmente à sua empresa.

Essas pessoas, normalmente, têm uma visão muito clara de futuro para a empresa, um planejamento maravilhoso, uma equipe dedicada para atingir os resultados.

Mas quando questionadas o que desejam para seu futuro, elas conseguem apenas se referir à empresa, esquecem que são pessoas que um dia já tiveram seus sonhos pessoais. E se um dia elas acordarem e se depararem com o fato de que a empresa não as quer mais? O que será de suas vidas?

Saber o que você deseja para si é o que dá sentido para seu trabalho, mesmo que seja árduo. Não adianta trabalhar tanto se você não sabe o que isto lhe trará a longo prazo para sua vida pessoal. Até porque conheço muito pouca gente que diz que trabalha porque ama trabalhar, grande parte trabalha para conquistar seus sonhos, tais como, uma viagem, uma casa, um carro, um curso.

Também como Andrea que sempre dava a desculpa de que tinha que fazer tudo aquilo, pois não tinha opção; muitas pessoas sempre se desculpam da mesma forma, são levadas pelas metas de outras pessoas, não dirigem sua própria vida, se deixam guiar, até que um dia se deparam com um grande vazio, pois quando sozinhas, não sabem o que fazer, afinal precisam de que outras pessoas digam o que deve ser feito.

Em um momento do filme, Nigel espera uma grande oportunidade profissional, porém Miranda para não perder seu posto de editora, consegue fazer uma troca com o posto que Nigel assumiria e ele apesar de frustrado diz que ela saberá recompensá-lo no momento certo.

Existem muitos Nigels pela vida que são super competentes, porém ficam a espera de uma recompensa, pois acreditam que um dia virá e o tempo passa e nada acontece, pessoas se desenvolvem, são promovidas e os “bonzinhos” Nigels vão ficando pelo caminho.

E você? É mais parecida com uma Miranda, uma Andrea ou um Nigel? Reflita e busque traçar seu destino e jornada!

 

Seja o guardião de sua empresa e de sua vida

GuardiãoNo mundo dos negócios problemas não faltam, porém o empreendedor não fica preso a eles, vai em busca de soluções. Não fica preso na passado, vai em busca do futuro, por isso, hoje postei a parábola abaixo:

Certo dia, num mosteiro zen-budista, com a morte do guardião foi preciso encontrar um substituto. O grande Mestre convocou então todos os discípulos para determinar quem seria o novo sentinela. O Mestre, com muita tranqüilidade, falou:

– “Assumirá o posto o primeiro monge que resolver o problema que vou apresentar.”

Então, ele colocou uma mesinha magnífica no centro da enorme sala em que estavam reunidos e, em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza a enfeitá-lo e disse apenas:

– “Aqui está o problema!” Todos ficaram olhando a cena. O vaso belíssimo, de valor inestimável, com a maravilhosa flor ao centro. O que representaria? O que fazer? Qual o enigma?

Nesse instante, um dos discípulos sacou a espada, olhou o Mestre, os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e … ZAPT … destruiu tudo, com um só golpe. Tão logo o discípulo retornou ao seu lugar, o Mestre disse:

– “Você será o novo Guardião do Castelo.”

Moral da História: Não importa qual o problema. Nem que seja algo lindíssimo. Se for um problema, precisa ser eliminado. Um problema é um problema. Mesmo que se trate de uma mulher sensacional, um homem maravilhoso ou um grande amor que se acabou. Por mais lindo que seja ou, tenha sido, se não existir mais sentido para ele em sua vida, tem que ser suprimido.

Muitas pessoas carregam a vida inteira o peso de coisas que foram importantes no passado, mas que hoje somente ocupam um espaço inútil em seus corações e mentes. Espaço esse indispensável para recriar a vida. Existe um provérbio oriental que diz: “Para você beber vinho numa taça cheia de chá é necessário primeiro jogar o chá fora, para então, beber o vinho.”

Limpe a sua vida, comece pelas gavetas, armários, até chegar às pessoas do passado que não fazem mais sentido estar ocupando espaço em seu coração. O passado serve como lição, como experiência, como referência. Serve para ser relembrado e não revivido. Use as experiências do passado no presente, para construir o seu futuro. Necessariamente nessa ordem!