Quem quer ser um Milionário ?

by TeuControle.com

slide1

quem-quer-ser Este post é para falar sobre a vontade de todos de se tornar um milionário, de poder viver sem a preocupação da falta de dinheiro.Para encontrar este caminho de “ser milionário”, um dos primeiros itens é ter disciplina e saber que o crescimento financeiro é um degrau por dia, ou se ganhar na loteria pode pular alguns degraus, mas aí é sorte. Se for na Mega-Sena com 06 números, a probabilidade é de 1 em 50 milhões.

Mas voltando à disciplina. É um hábito, se você deseja tê-lo, tem que praticar e praticar constantemente com muita persistência até que entre no automático, ou seja, vire rotina.

Um dos fatores que contribuem para manter uma disciplina é ter um objetivo. É saber porque está gastando, investindo ou guardando dinheiro.

Pense bem: o dinheiro em si não traz felicidade, mas sim as coisas que realizamos por meio dele. Uma frase que gosto é “porque bobo quer dinheiro? ” –  enquanto não tivermos a noção do que realizar com o dinheiro, seremos bobos, pois gastamos desenfreadamente e sem propósito.

Então chega de falação e vamos à ação “Quem quer ser milionário? ” – Vamos criar o caminho da prosperidade. Lembre-se sempre: “é você, no controle das suas finanças”.

Primeiro passo é saber o que quer? Seja específico, descreva com exatidão o que deseja: um carro, uma casa, uma viagem, um curso etc. Use o espaço abaixo e escreva…

especifico Específico:

Segundo Passo é saber o valor do que se quer. Faça uma pesquisa baseada no lançamento dos dados do específico, quanto mais específico, mais perto do valor real do que se quer, a pergunta chave é quanto custa? Escreva o valor no espaço abaixo…

dolar Valor:

Terceiro Passo é começar a planejar como irá adquirir o bem ou serviço. A pergunta é “Como fazer” – concentre-se nas atividades, faça uma divisão das atividades em tarefas e compromissos e sempre com data para a execução. Utilize a tabela abaixo como referência para criar as atividades.

Lista de tarefas Data execução   Compromissos Data Início Término

 Quarto Passo é um dos mais importantes, é o que nos move a executar as atividades planejadas, “o por quê” – qual é a importância disso para mim, neste item digo que é a sua motivação. Se não tem um propósito bem relevante, aqui acaba seu planejamento, ou pior, seu sonho. Então descreva com poucas palavras um acordo com você mesmo. Seja verdadeiro…

pense Propósito:

Quinto e último passo, a data de realização, a pergunta é “Quando?”, qual a data que terminarei, quando irei comemorar o meu êxito, baseado nesta data você pode construir todo o terceiro passo. Coloque uma data final que pode mudar, de acordo com a evolução das atividades, o que não pode mudar é o propósito. Então, quando irá celebrar…?

celebre Celebração:

As pessoas bem-sucedidas criam condições favoráveis em buscar uma vida melhor, atrelada a um bom planejamento financeiro, mas as condições só mudam se você desejar mudar.

michelangelo Já dizia Michelangelo:“O problema com a maioria não está em mirar alto e acertar, mas em mirar baixo e acertar.

Seja ambicioso, não ganancioso! A ambição muitas vezes é a chave que faz com que se movimente e busque realizar seus sonhos.

Dê valor ao seu dinheiro, ele consome boa parte do seu tempo, então utilize os passos acima e crie um caminho próspero, vivendo o que realmente é importante e necessário e fuja do supérfluo.

O TeuControle.com pode te ajudar nesta caminhada, pois só se caminha com segurança financeiramente pensando sempre que é “você, no controle das suas finanças”.

Se gostou compartilhe com seus amigos e nos siga no logo-face

Até o próximo post.

Equipe TeuControle.com

Filmes que vão te ajudar na organização financeira

Mais um post do blog parceiro TeuControle.

Amanhã tem feriado (12/10/2016) que tal assistir a esses filmes e dedicar um tempo para arrumar as suas finanças?

Depois de organizar as finanças acesse TeuControle.com e deixe tudo planejado.

Entender suas finanças te dá clareza de como está utilizando o seu dinheiro e você foge da indecisão entre realizar um sonho ou viver fazendo manobras para fechar o mês no azul.

No dia 19/09/2016 apresentamos 03 filmes no nosso blog para você se inspirar:

http://teucontrole.blog.br/2016/09/19/03-filmes-para-inspirar-voce-a-se-planejar-financeiramente/

Agora estamos apresentando mais 03 filmes:

margin-call-o-dia-antes-do-fim

Margin Call: o dia antes do fim

Peter Sullivan (Zachary Quinto), Seth Bregman (Penn Badgley) e Will Emerson (Paul Bettany) trabalham no setor de riscos em uma corretora que está realizando uma série de demissões. Cerca de 80% do setor em que trabalham foi demitido, entre eles o chefe do trio, Eric Dale (Stanley Tucci). Ao pegar o elevador Eric entrega a Peter um pen drive que contém algo em que estava trabalhando no momento. O alerta para que tomasse cuidado com o conteúdo chama a atenção de Peter, que fica após o horário de trabalho para dar uma olhada no arquivo. Logo ele descobre que se trata de uma análise da volatilidade da empresa, que indica que há duas semanas ela ultrapassou e muito o limite de risco o qual pode correr. Desta forma a empresa está prestes a falir, o que provoca uma reunião de emergência com diversos setores da empresa, entre eles seu dono, o acionista John Tuld (Jeremy Irons).

o-homem-que-mudou-o-jogo

O homem que mudou o jogo

O Homem que Mudou o Jogo é um grande filme. Conta com uma ótima direção de fotografia e uma edição de som centrada nos diálogos. Indicado a seis categorias no Oscar, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator, o longa deve ser conferido. E não tenha medo, não é um filme sobre baseball.

A grande força de Moneyball (no original) está no roteiro escrito a quatro mãos por Steven Zaillian e Aaron Sorkin. É difícil saber quem escreveu o quê, mas é nítida a presença da escrita de Sorkin na produção. Assim como A Rede Social, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, o novo longa é centrado nos diálogos. O que importa aqui são as conversas entre os personagens, como fica claro no momento em que Brad Pitt tenta fazer um grande discurso, mas é mal sucedido. É praticamente uma alfinetada em todas as produções que trazem grandes e motivadoras falas antes dos jogos finais.

capitalismo_uma_historia_de_amor

Capitalismo: uma história de amor

Michael Moore apresenta uma análise de como o capitalismo corrompeu os ideais de liberdade previstos na Constituição dos Estados Unidos, visando gerar lucros cada vez maiores para um grupo seleto da sociedade, enquanto que a maioria perde cada vez mais direitos.

A obra ainda promove intensos questionamentos acerca das influências das empresas na vida dos americanos e, consequentemente, no restante do mundo.

Bom, fica nossa dica para este feriado. Depois de escolher o filme que deseja assistir, comece a colocar em prática uma organização financeira. Utilize o Teuontrole.com como ferramenta para ter uma independência financeira, afinal, para saber quanto você pode gastar ou investir, basta seguir nosso lema “é você, no controle das suas finanças”.

Se gostou compartilhe e até o próximo post.

Equipe TeuControle.com

Qual é o seu Propósito?

hugo_cabret_borda

Tudo tem um propósito, até as máquinas. Os relógios dizem as horas, os comboios levam-nos a lugares, fazem o que é para fazerem. Talvez por isso as máquinas avariadas me deixam tão triste. Elas não fazem aquilo que estão destinadas a fazer.

 Talvez seja o mesmo com as pessoas. Perder o propósito é como estar avariado (…)

 Eu imaginava que o mundo todo era uma grande máquina. As máquinas nunca vêm com peças a mais. Elas vêm sempre com a quantidade exata de que precisam. Então eu pensei que se o mundo todo fosse uma grande máquina, eu não poderia ser uma peça a mais.

 Eu tinha de estar aqui por alguma razão.

 Filme, A invenção de Hugo Cabret

 

Quando li esse texto em um e-book de Joana Areias, fiquei refletindo mais uma vez sobre a dificuldade das pessoas em encontrarem o seu propósito. Talvez, realmente, muitas estejam “avariadas” e aqui podemos dizer que perderam sua motivação, um motivo para querer fazer as coisas, de pertencerem a algo.

Percorro as empresas ministrando treinamentos para funcionários, converso com as pessoas nas redes sociais e percebo que cada vez mais encontro pessoas que me dizem perdidas, que não encontram um motivo para acordarem e irem para seu trabalho e até falta ânimo para fazerem coisas que dizem gostar.

Se você começar a analisar as postagens do Facebook, não faltarão frases de incentivos, motivacionais e de puro “desespero” por não encontrar uma razão de estar aqui.

Quando fiz minha formação para coach, tive que me deparar com essa questão: “Qual é o seu propósito?” e tenho que confessar que foi uma das coisas mais difíceis para estabelecer, pois exige autoconhecimento, entender sua história, enfrentar seus medos, reconhecer seus pontos positivos e negativos. Foi um verdadeiro mergulho na minha alma e que valeu a pena, porém foram meses pensando, escrevendo, reescrevendo até eu conseguir traduzir meu propósito em uma única palavra: TRANSFORMAR.

Ao encontrar seu propósito, você conseguirá claramente definir qual empresa você deseja trabalhar, qual tipo de trabalho quer ter, os hobbies que farão você feliz, as pessoas que você deseja que compartilhem de sua vida, lugares que você vai querer visitar.

Quando você não entende qual é o seu propósito, o sentimento de deslocamento vai existir muitas vezes, a falta de vontade de fazer as coisas, de trabalhar, de se divertir. Você pode estar em Nova Iorque e até achar legal, mas não a melhor coisa da vida.

Só vou dar um exemplo pessoal. Eu AMO cozinhar e apesar de muitas vezes mesmo cansada, eu vou para a cozinha e faço algo bem gostoso e diferente e por que isso me dá ânimo e sempre encontro um tempinho para fazer isso? Porque ao cozinhar estou exercitando meu PROPÓSITO, estou TRANSFORMANDO ingredientes que por si só são sem graça em algo que minha família diz: “Nossa! Ficou muito bom!” e isso me traz uma alegria enorme que me dá disposição cada vez mais.  O reconhecimento de um resultado, de uma habilidade conquistada.

Várias pessoas me perguntam: “Como você consegue fazer tanta coisa? Como você consegue tempo e disposição?”. É isso aí, o segredo é: PROPÓSITO!

Faço um convite: que tal começar a entender qual a razão de você estar aqui?

No próximo post, contarei como cheguei ao meu propósito.

 

Qual a sua base motivacional?

Segundo o psicólogo David Mclelland, as pessoas são guiadas em sua vida por três necessidades ou motivos. Essa teoria ele chamou de Teoria da Motivação pelo Êxito e/ou Medo.

As necessidades detectadas foram: Realização, Afiliação e Poder.

Todas as pessoas possuem traços de todas elas, porém sempre uma é a mais preponderante.

As pessoas que são motivadas pela Realização são aquelas que buscam construir algo desafiante e que seja importante para si, que traga uma completa realização, independente do que as outras pessoas possam achar. Normalmente, pessoas dessa base motivacional são as empreendedoras. Sempre buscam inovar, olham para o futuro, têm iniciativa e após uma nova conquista, estão em busca de outra. Não se deixam abalar pelos fracassos, são eternos aprendizes.

Seu grande medo, é a possibilidade de não construir algo de que se orgulhe; de acordar todos os dias sem ter um desafio que o faça ir atrás de novos conhecimentos, de cair em uma vida de rotina. Por isso, sua alta energia, muitas vezes torna seus relacionamentos difíceis, pois nem todas as pessoas conseguem acompanhar seu ritmo e não compreendem essa busca incessante pela construção.

As pessoas que são motivadas pela Afiliação são aquelas que precisam ser aceitas em grupos, na sociedade em que vivem. Precisam ser acolhidas, de se relacionarem afetuosamente com as outras pessoas. Tendem a seguir as regras que o grupo impõe para continuar a fazer parte dele.

Seu medo reside no fato de ficar sozinho se não fizer o que o grupo deseja. Por isso, muitas pessoas acabam vivendo uma vida dos outros e não a sua para se sentirem queridas e incluídas no meio. Precisam frequentar os locais que o grupo vai, comprar nas lojas que o grupo indica, ter os objetos que o grupo possui e isso gera um custo que alguns não têm condições de arcar.

Outras pessoas são motivadas pelo Poder e podemos dividi-las em dois subgrupos: as que são motivadas pela Persuasão e outras pela Autoestima.

As que são motivadas pela Persuasão são aquelas que precisam convencer as outras pessoas a fazer o que desejam. Adoram exercer sua influência para atingir seus objetivos, pois sabem que podem conseguir mais recursos utilizando outras pessoas.

Que fique bem claro que essas pessoas “utilizam” pessoas, isto é, as tornam úteis. Pessoas que “usam” pessoas podem até ter um sucesso no início, porém, ao longo do tempo, perderão sua credibilidade e consequentemente, seu poder.

Um grande exemplo, segundo estudiosos, é Madre Teresa de Calcutá. Ela tinha um objetivo muito claro que era ajudar os mais necessitados, sendo assim, construiu uma rede de relacionamentos com as pessoas mais influentes do mundo para conseguir recursos para sua causa.

Essa personagem quebra o paradigma do Poder que normalmente, é relacionado a políticos, governantes e também a algo obscuro, de corrupção e trapaças. Madre Teresa mostrou que podia utilizar o Poder para causas nobres.

As pessoas que são motivadas pela Autoestima são aquelas que precisam mostrar para os outros: o que são, onde chegaram, o que estão fazendo. Precisam se sentir importantes, desejam estar na capa de revistas, em jornais, enfim, querem estar em evidência.

O grande medo dessas pessoas é serem esquecidas, o que trará um grande sofrimento.

Ao trabalhar com pessoas ao longo de mais de 20 anos, percebo que essas bases podem ser o remédio para algumas e o veneno para outras. Seria bom se tivéssemos em equilíbrio essas bases, mas a realidade nos mostra que não é assim.

E você? Qual sua principal motivação? Quais seu medos? E principalmente, quais os resultados que está obtendo para sua vida?

Quais os seus desafios para o ano que começa?

Muita gente começará o ano a partir de agora, alguns por voltar das férias, outros por causa de um novo emprego ou negócio, ou ainda pela volta às aulas dos filhos. Enfim, não importa, em que momento seu ano comece… o importante, é ele começar.

Quais os seus desafios para o ano que começa? Não estou falando das promessas que as pessoas fazem ao pular ondinhas ou na virada do dia 31 para o dia primeiro. O que você realmente deseja fazer e principalmente, terá coragem para seguir adiante e executar as ações necessárias para alcançar suas metas ou efetuar algumas mudanças significativas em sua vida?

Resolvi escrever esse post depois de assistir no final de semana dois filmes: Megamente (que já havia assistido, mas minha filha quis rever, fiz até um post sobre ele há algum tempo https://valerianakamura.wordpress.com/2011/07/05/filme-megamente/) e  O Discurso do Rei.

Algumas coisas me chamaram a atenção (nunca consigo assistir a um filme sem fazer analogias com comportamentos e empresas), em ambos os filmes me deparo com personagens que perdem sua motivação ao viverem suas vidas para os outros e acham que não tem escolha.

Em Megamente, temos:

1. O próprio Megamente que viveu a vida toda com o objetivo de derrotar seu inimigo o Metroman e quando consegue perde sua motivação, pois tudo fica sem graça, sem desafios.

2. O Metroman que viveu sua vida para salvar o mundo das maldades do Megamente, mas um dia percebe que só cumpria o que as pessoas esperavam dele e nunca havia pensado em si mesmo.

3. Criado – o companheiro inseparável do Megamente que em uma discussão, Megamente manda que ele pare de cuidar de sua vida, Criado diz que seu único objetivo foi cuidar dele e nesse momento, se sente totalmente perdido.

E em O Discurso do Rei, vemos o futuro Rei George VI sofrendo para atender às expectativas dos outros e tendo que lidar com sua baixa autoconfiança.

Quantos personagens da vida real encontro e são tão parecidos com esses personagens de filmes?

O empresário cujo objetivo é acabar com seu concorrente e não fazer sua empresa crescer para alcançar novos desafios.

Pais extremamente protetores que não deixam seus filhos amadurecerem e vivem em função apenas deles e quando eles decidem partir e trilhar seus próprios caminhos, se sentem totalmente perdidos, pois nunca pensaram em seus desejos.

Pessoas que vivem apenas em função de outras, de atender às necessidades dos outros e pouco pensam em quais são as suas.

Profissionais competentíssimos que não se desafiam com medo do julgamento de seus superiores e pares e preferem ficar reclamando ao invés de buscar seus sonhos e realizar mudanças.

E por que isso acontece mais comumente do que imaginamos?

Napoleon Hill que escreveu a Lei do Triunfo em 1928 (clássico da literatura que recomendo) cita que o ser humano tem alguns medos: da morte, da doença, da pobreza, de perder o amor de alguém, da velhice e da crítica.

E isso continua atual, quando pergunto em meus treinamentos por que as pessoas não estabelecem suas metas, sempre me vem a resposta: “MEDO”.

E medo do quê? De não conseguir? De certo forma sim, mas principalmente, medo do que as pessoas vão falar se não conseguir, enfim, o medo de ser criticado, apontado como fracassado.

E simplesmente digo: “E daí se não conseguir? Vejo o motivo de não ter conseguido, faço uma análise, reorganizo minhas ideias e planejamento e sigo em frente se realmente for importante para mim!”

Viver uma vida para os outros e sem desafios, torna nossa vida monótona, sem tempero e perceba que até os amigos começam a se distanciar… ninguém gosta de ter alguém por perto sem um brilho nos olhos. Ou melhor, tem sim, aquelas pessoas que para se sentirem bem precisam ter pessoas que mostram que estão pior que elas.

O medo faz parte de nossa vida como proteção, mas não pode nos imobilizar.

Os personagens dos filmes tiveram medo, mas conseguiram superá-lo quando encontraram uma razão para vencer, um verdadeiro motivo que os levaram a mudar e se desafiarem, mesmo tendo a chance de perder, morrer ou perder sua credibilidade. Megamente foi o amor por Rosane, Metroman foi o encontro de sua vocação (ser músico, mesmo não sendo lá grande coisa) e o Rei George VI ao encontrar apoio de sua esposa Elizabeth e seu amigo Logue para conseguir ser o líder de seu povo e suceder seu pai brilhantemente.

Eu já sei quais os meus desafios e você? Está esperando o que para começar?

Jovens “no limite” ou “sem limite”?

Apesar de nunca ter sido fã da Amy Winehouse, sinto uma sensação de impotência ao ver que mais uma vez a falta de motivação venceu a VIDA.

Por que digo falta de motivação e não drogas? Primeiro porque acredito que as drogas foram apenas um instrumento para se sentir melhor, suprir uma ausência, buscar um conforto para a falta de um motivo maior para viver.

Sou mãe de uma garota linda e cheia de vida de 5 anos, mas que todos os dias quer mais. Não estou dizendo do querer de coisas materiais, mas de desafios, de novos conhecimentos, de buscar cada dia mais seu limite ou até o ultrapassando.

Quantas vezes, vejo minha filha “no limite” do cansaço, do sono e luta para se manter acordada, brincando, parecendo que o mundo irá acabar.

Quantas vezes, vejo minha filha em situações “sem limite” e acaba falando coisas que não deve ou se machucando.

Quantas vezes, tenho deparado com jovens na idade de Amy atuando em grandes corporações com funções de liderança que tiveram um crescimento veloz que para preencher o vazio da falta de preparo para lidar com pessoas beiram “o limite” da arrogância e intolerância para se protegerem. Ou ainda passam “do limite” da falta de respeito e se acham “blindados”.

Os jovens se desenvolvem cada vez mais rápido, pois aprendem mais rápido, vivem em um mundo muito mais veloz, conseguem coisas mais rapidamente e talvez, até mais facilmente, principalmente quando existem pais que dão tudo para que não fiquem frustrados.

Mas, a frustração é algo que nossos filhos precisam aprender a superar e por si próprios! Isso fará com que eles sempre busquem seus desafios pessoais e soluções para seus problemas.

Jovens talentosos que conseguem tudo muito cedo e muito mais facilmente, podem chegar em um período da vida sem nenhum desafio a ser conquistado e chegando a esse “limite”, a pergunta é: “O que eu faço para me motivar já que consegui tudo?”

Cada vez mais, vejo jovens muito cedo estarem desmotivados e assim sendo buscam uma solução no mundo externo, por exemplo: trabalhando demais (virando verdadeiros workholics), inúmeros relacionamentos amorosos, baladas intermináveis, horas excessivas conectados na Internet ou ingressam no mundo das drogas (lícitas e/ ou ilícitas).

Também já fomos jovens e também acreditávamos que nada nos aconteceria, nossos jovens também acreditam nisso; lições de moral não adiantam, gritos e berros também não, então o que fazer?

Acredito que precisamos nos conter e não sermos superprotetores, hoje quase nossos filhos não correm porque muitas vezes preferimos que eles fiquem na “segurança” do lar, assistindo a TV ou no videogame, para não se machucarem.

Queremos dar todos os “brinquedinhos tecnológicos”, pois todos os amiguinhos têm.

Queremos proporcionar tudo o que há de melhor na educação para serem melhores profissionais.

Queremos evitar todo e qualquer sofrimento para que não se machuquem.

E no final das contas, damos “limites” demais ou transformamos nossos filhos em pessoas “sem limites”, pois já que muitos não sabem o que é se machucar, se frustrar, buscar suas próprias soluções, resolvendo seus problemas?

E quando crescem por não saberem seus “limites” vão em busca deles de forma muitas vezes, irresponsáveis e sem retorno.

Podemos fazer muito por nossos filhos: ensiná-los a serem bem educados, respeitarem às pessoas, obedecerem às normas, aprenderem a esperar; fazer com que busquem suas conquistas e sempre estar disposto a ajudá-los, mas não fazer por eles.

Qual o futuro que você quer para seu filho? Deixe que ele busque suas próprias motivações e desafios!