2017 nos trilhos

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Mais um post do parceiro TeuControle.com

Olá…

Quem não gostaria de começar 2017 nos trilhos, ter tudo acertado, nenhuma pendência de 2016 e tudo preparado para 2017? Utopia? Não se você souber utilizar o seu 13º para dar fôlego na passagem de ano.

Este benefício se perde se não soubermos o que fazer ou como utilizá-lo. Pago dívida, consumo ou invisto? E nesta “enrolação” ou não tomando uma boa decisão, o dinheiro se vai e não sabemos nem para onde foi.

Uma pesquisa da Associação Comercial de São Paulo demonstrou que 18% das pessoas não sabem lidar com o “dinheiro extra” e outra pesquisa realizada pelo SPC Brasil apresentou que 85% da população faz compras sem planejamento.

Diante deste quadro o TeuControle.com quer dar algumas dicas de como você pode organizar as finanças e aplicar de uma melhor forma seu 13º.

O pagamento do 13º é dividido em duas partes. A primeira parcela deve ser paga entre os meses de fevereiro até o último dia útil do mês de novembro.

A segunda parcela deve ser quitada até o dia 20 de dezembro descontado o adiantamento da 1ª parcela.

Primeira pergunta: Tenho Dívidas?

Man at desk in shirt and tie holding his head and worrying about money.

Com juros altos, as dívidas sempre têm um caráter de urgência. Por isso, se você tiver algum débito em aberto, esse será o primeiro destino do seu décimo terceiro. Algumas pessoas vão dizer que não podem sacrificar o Natal para pagar as dívidas, mas quando se endividaram lá atrás elas não pensaram nisso.

As dívidas que terão prioridades serão aquelas com juros altos. Negocie sempre, peça descontos para pagar a dívida, pois você está com dinheiro em mãos, não perca a oportunidade.

Segunda pergunta: Quais serão as despesas do início de 2017?

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Entra ano e sai ano, IPTU, IPVA, material escolar, licenciamento de veículos, entre outros irão aparecer. Por que não aproveitar e utilizar o 13º para fazer uma reserva para não comprometer todo o orçamento do mês com essas contas. Se planejar direitinho, essas contas não afetarão os outros meses de 2017, ou seja, fuja do cheque especial para pagar essas dívidas, isso pode se arrastar por meses.

Terceira pergunta: Tenho investimentos?

Citrus sapling growing from coins

Se você não tem investimento, que tal se presentear, ou melhor, presentear a família com um investimento. Explique a necessidade de se investir, “pegue” uma parte do 13º e comece a fazer uma reserva. Que tal por um propósito para esse investimento? Uma viagem, compra de um bem, estudo ou cobrir situações extraordinárias (perda de emprego ou problema de saúde). É fazer 2017 diferente de 2016 com relação às finanças. Como falamos sempre no TeuControle.com “é você, no controle das suas finanças”.

Quarta pergunta: E o Natal?

dinheiro

É uma data de celebração! Com certeza o “bichinho” do consumo está eufórico, as mãos começam a coçar, o desejo por algo novo é inevitável, por isso, pare e respire…05 segundos!!!

Nós do TeuControle.com não queremos que você fique fora desse período. É importante para você, família e amigos; é o encerramento de um ciclo, mas é preciso ser consciente, ter em mente que o consumo deve ser inteligente, não se deixa levar por luzes, músicas – lembre-se que para começar um 2017 no azul é preciso disciplina e organização nas finanças.

É aconselhável comprar e pagar à vista para conseguir descontos maiores e evitar dívidas em 2017, vale a regra “não gaste se não pode e invista sempre que puder”.

Pense sempre que “é você, no controle de suas finanças” – não se perca nas armadilhas de final de ano para não se perder durante 2017 inteiro.

Faça um Natal de alegria com consciência, sabendo que está celebrando o encerramento de 2016 com a certeza de ter um 2017 próspero, não adianta nada pular sete ondinhas se seu comportamento não mudar.

Se você utilizar o sistema TeuControle.com durante 2017 inteiro, aplicando dicas do nosso Blog, garanto que a virada de 2017 para 2018 será mais próspera que esta de 2016 para 2017.

É preciso se planejar. Se não, no próximo ano vai ser a mesma bola de neve.

Se gostou do post, compartilhe nas suas redes sociais e até o próximo!

Equipe TeuControle.com

Você está disposto a se entregar de corpo e alma para um novo negócio?

A maioria de nós foi educada para ser funcionário de uma empresa ou então, ter estabilidade em um emprego público. Porém, um dos maiores sonhos dos brasileiros é ter seu próprio negócio.

E por quê?

Existem algumas crenças:

1.       Ficar rico

2.       Não ter patrão

3.       Ter liberdade

4.       Ter tempo livre

5.       Fazer apenas o que gosta

6.       Ter qualidade de vida

E você? Por que deseja ter um negócio próprio?

Saiba que essa decisão te levará a uma vida cujas decisões serão apenas de sua responsabilidade, pois muitas vezes não temos com quem compartilhá-las. Uma vida de muito mais trabalho do que quando você é um funcionário. Uma vida de muito mais horas trabalhadas. Uma vida financeira nem sempre tão próspera quanto você imaginou. Mas, uma vida plena se realmente é isso que você deseja!

Porém, viver uma vida empreendedora plena significa se entregar de corpo e alma para o negócio que você decide montar.

Devemos colocar todas as partes de nosso corpo para funcionar em prol do negócio.

Primeiro, ao estabelecer um negócio devemos focar em algo que faz nosso CORAÇÃO bater mais forte, você já deve ter ouvido falar “encontre algo que ama fazer e nunca mais trabalhará”. Você deve encontrar algo que traga um significado especial para você e não apenas o retorno financeiro.

Se você fizer algo que não tenha significado, a longo prazo haverá a desmotivação mesmo sendo algo lucrativo.

Porém, cuidado ao se deixar levar apenas pelo CORAÇÃO, por isso temos que utilizar outras partes do corpo para nos direcionar rumo ao negócio ideal.

Utilize a CABEÇA para planejar seu negócio, nesse momento é hora de se utilizar a razão. Busque informações, analise os riscos e planeje.

As PERNAS servirão para te levar para conhecer novos lugares. Nunca se deixe acomodar, por melhor que seu negócio vá. Visite concorrentes, clientes, novos mercados e poderá encontrar oportunidades.

Os BRAÇOS serão seus instrumentos para operacionalizar sua empresa. Nenhum negócio é só planejamento, o resultado só virá de muita execução.

Você deverá utilizar os OLHOS para visualizar seu futuro e buscar novas oportunidades. O olhar do empreendedor é valiosíssimo para encontrar novidades para seu cliente. Além disso, você deverá encher os OLHOS do seu cliente com produtos chamativos, vitrines atraentes, pratos bem montados.

Além disso, lembre-se que os OUVIDOS são essenciais para conhecer melhor seus clientes, funcionários e parceiros, ouvir seus concorrentes, obter informações do mercado.

O NARIZ é a parte do corpo por meio do qual você vai sentir o cheiro desse mercado. Você já ouviu pessoas falarem: “Isso não está cheirando bem…” Aqui funciona o que as pessoas chamam de feeling, mas que não tem a ver com um sexto sentido mágico, mas sim com experiências absorvidas durante sua vida e que compõem informações valiosíssimas para seu negócio.

E utilize a BOCA para se comunicar com as pessoas, conversar com clientes, funcionários e parceiros. Buscar alianças estratégicas para incrementar seu negócio.

Por último, como tempero mais do que especial, despeje toda sua ALMA nesse novo negócio. ALMA vem do latim “anima” que é o princípio que dá movimento ao que é vivo.

Uma empresa precisa ser movimentada para crescer e se manter e quem irá promover isso será você: o EMPREENDEDOR. Por isso, dedique-se de CORPO e ALMA a este novo desafio!

Livro: “As 48 Leis do Poder”

Ontem, comprei este livro e estou me deliciando em suas páginas, é claro, que em alguns momentos parece não ser ético algumas ações que o autor propõe, mas é questão de cada um avaliar e ponderar em relações a seus valores.

É muito divertido, conta histórias, ilustra com parábolas e citações e me fez refletir sobre muitas coisas que já vi acontecer no mundo empresarial e porque algumas pessoas conseguem atingir o que desejam e outras não.

O Poder é algo que ou se ama ou se odeia, mas necessária quando você está no mundo dos negócios, afinal “poder é a capacidade de conseguir que os outros façam o que você quer”.

Uma das leis que amei foi “Diga sempre menos do que o necessário”, pois acredito que muitas vezes, falamos mais do que o necessário, nos deixando desprotegidos e vulneráveis. Tem até uma história que retrata isso e que contarei abaixo:

Kondrati Rileiev, um dos líderes da insurreição no governo do czar Nicolau I, foi condenado à forca. Mas, a corda se rompeu e ele foi ao chão. Na época, essas ocorrências eram sinal da Providência divina e quem se salvasse da morte dessa forma costumava ser perdoado. Quando Rileiev se levantou, sujo e arranhado, mas acreditando que estava salvo, gritou para a multidão: “Estão vendo, na Rússia não sabem fazer nada direito, nem mesmo uma corda!”

Irritado, Nicolau I começou a assinar o perdão. Mas então o czar perguntou ao mensageiro: “Rileiev disse alguma coisa depois deste milagre?”. E o mensageiro respondeu o que Rileiev havia dito.

“Nesse caso”, disse o czar, “vamos provar o contrário”, e rasgou o perdão. No dia seguinte, Rileiev foi para a forca e desta vez, a corda não se rompeu.

E você, como tem utilizado seu poder?

Visão de futuro

Recebi este artigo da HSM e gostaria de compartilhar com vocês, pois é muito interessante e trata de um assunto fundamental na vida de um empreendedor, a sua visão de futuro. O título do artigo é “Visão futura, um caminho para o sucesso” e foi escrito por Lourival Mariano que  é diretor da Petink, empresa especializada em impressões de grandes formatos.

Antes de abrir meu próprio negócio, conversei com muitas pessoas que já tinham seguido esse caminho e percebi que existem dois tipos de empreendedores: os que gerenciam a empresa de acordo com as necessidades que surgem ao longo do tempo e aqueles que planejam as ações que vão tomar. Na maioria dos casos, os que traçavam planos e objetivos precisos conseguiam obter mais sucesso. Por isso, resolvi aprender mais sobre como planejar e quando me aprofundei nos estudos descobri que existia uma prática chamada “visão futura”, que permitia produzir mais do que um “mapa” a ser seguido, mas concretizar nossos objetivos na esfera do pensamento, para depois tornar isso realidade.

Esse tipo de planejamento não está ligado somente ao ato de estabelecermos objetivos a serem alcançados, mas, sim, a uma reflexão maior, que nos permite realmente enxergar aquilo que vamos passar no futuro. Pode parecer estranho no começo, como já ouvi de alguns colegas “isso está mais para conversa de gurus do que para estratégias de gerenciamento de empresas”, mas de fato funciona.

Um bom exercício para desenvolver essa habilidade, além de treinar e ampliar a capacidade mental de visualizar o que se quer obter, é o de criar o hábito de colocar nossos sonhos no papel. Escrever tudo o que queremos. E o mais importante: como pretendemos conseguir isso. No início, podemos nos fixar em um ponto não muito distante, cerca de um ou dois anos à frente. Quanto mais detalhado for a descrição feita no papel, maior é a possibilidade de tudo acontecer na “vida real”. Nessa fase de adaptação à visão futura, é importante se comprometer em analisar como você está se saindo em relação àquilo que escreveu, para que possa corrigir suas ações e chegar ao sucesso.

Na empresa de comunicação visual que dirijo há dezoito anos, costumo deixar tudo anotado para os próximos cinco anos. Com a ajuda do sócio, desenvolvi uma ferramenta que permitiu sistematizar as tarefas que temos que cumprir para tornar nosso sonho de crescer em algo concreto. Hoje, vivemos a realização de uma dessas “visões”, com a ampliação do nosso parque produtivo, que permitirá aumentar nossa produção em quantidade e diversidade e, ainda, explorar novos mercados.

O mais interessante é que quando vemos as coisas acontecerem conforme desejamos, a sensação de realização é ainda maior do que se tudo tivesse acontecido ao acaso, na base da improvisação. Tenho um amigo que costuma dizer uma frase muito interessante sobre isso: “os amadores improvisam e os profissionais planejam”. Acredito que visualizar o futuro é uma ótima maneira de fazer o presente ser como desejamos.

Para quem pretende começar a praticar a visão futura, posso dar dicas rápidas:

  • sonhe com tudo aquilo que deseja para sua empresa. Imaginar objetivos que podem ser alcançados é um ótimo começo.
  • escreva tudo o que sonhou e dê maiores detalhes. Por exemplo, se imaginou um galpão maior para sua empresa, busque descreve-lo como se ele já existisse. Escreva o lugar onde gostaria de construí-lo, seu tamanho, detalhes de sua sala e o que você irá fazer para conseguir isso.
  • estude o mercado de sua atuação e busque as melhores maneiras de concretizar seus desejos. É nessa hora que é preciso avaliar se o seu sonho cabe no seu bolso e quanto tempo levará para se concretizar. É o momento em que se cruzam informações, inclusive, financeiras.
  • operacionalize o que havia escrito com base nas informações levantadas pelo estudo de mercado. Essa é a parte de por a “mão na massa”, por isso é muito importante ter foco e fazer tudo da melhor maneira possível e evitando ao máximo os improvisos, procure seguir o roteiro que criou na etapa anterior.
  • analise os resultados após ter iniciado a operacionalização do seu projeto. Veja se está se aproximando ou se afastando daquilo que havia traçado na fase de escrever. Saber como você está se saindo é tão importante como saber aonde quer chegar.
  • volte a traçar suas ações a partir das informações que colher com a análise de seus resultados. Quanto mais conseguir se alinhar aos objetivos iniciais, menor será a mudança de planos. Mas é preciso reconhecer os erros ao longo do caminho, o que pode trazer correções que garantirão o sucesso do projeto.

Filme: “De porta em porta”

De porta em portaMais uma história real de um homem com paralisia cerebral que apesar de todos os problemas e preconceitos recebeu o prêmio de melhor vendedor dos Estados Unidos.

Bill Porter, incentivado por sua mãe que sempre o tratou como qualquer outra pessoa, foi em busca de um emprego, ser vendedor. Inicialmente, foi recusado, mas não desistiu e ganhou uma área que ninguém queria atuar pela dificuldade em realizar vendas.

E lá foi Bill, batendo de porta em porta, recebendo “nãos”, sendo discriminado por uns, até que consegue fazer sua primeira venda.

Foi a primeira de inúmeras e qual a receita de Bill? Entender as necessidades dos clientes, ouvir legitimamente, quebrar todo e qualquer tipo de preconceito, tornando-se com o passar do tempo, o “amigo” vendedor que dava conselhos, era o ombro amigo que aparecia nos momentos de tristeza e angústia.

Apesar da deficiência, Bill não se sentia diferente e não gostava que o tratassem como um deficiente, ele era uma pessoa que podia trabalhar e se desenvolver, mesmo com a perda da mãe não se deixou abater.

Os anos passam e com a vinda da tecnologia, o sistema de vendas muda e Bill não consegue se adaptar, pois acredita que a venda é uma arte, que deve ser feita olho no olho. Sendo assim, Bill resolve deixar a empresa. Mas, por pouco tempo…

É uma grande história de superação e persistência que nos faz refletir que muitas vezes temos todos os recursos necessários e nos deixamos abater por pequenas coisas, mas além disso trata de um assunto relevante para qualquer empresa, como tratar nossos clientes e transformá-los em nosso fãs.

Primeiro, temos que ouvir os clientes para conhecê-los melhor, pois muitas vezes eles não nos dizem claramente sobre suas necessidades, mas se prestarmos atenção no que dizem, podemos buscar novas oportunidades de negócios, afinal ofereceremos produtos e serviços mais adequados.

Segundo, não devemos nos preocupar em apenas fazer uma única venda, mas em manter essa relação comercial ao longo do tempo. E como fazer isso? Ligue para o cliente apenas para bater um papo. Passe apenas para dar um “olá”, mesmo sabendo que ele não comprará nada. Deixe a porta sempre aberta. Não seja aquele vendedor que quando seu cliente compra, fica com um grande sorriso e se ele não compra nada, fica emburrado. Quem é que gosta de um ser desse jeito?

Transformar clientes em fãs, é fazer com que eles te indiquem a outras pessoas, é fazer com que você faça parte do seu dia-a-dia, é te transformar em referência para outras pessoas. 

Nunca sou culpado… a culpa é sempre dos outros!!!

ZidaneO que mais existe nas organização é a terceirização de culpa ou de responsabilidade (acho que é uma forma mais amena).

Decidi escrever o post com este tema depois que assisti no Fantástico do dia 16/04, uma entrevista com o Zidane.

A matéria foi aberta com uma frase do tipo “o culpado pelas duas derrotas do Brasil”, quase morri de rir, pois logo associei com as reclamações que ouço nos treinamentos.

Será que o Zidane é culpado pelas nossas derrotas ou o time brasileiro foi incompetente em sua atuação? É muito mais fácil tirar o peso das costas e colocar nos outros, não é?

Zidane, simplesmente, fez o que tinha que fazer, mostrar resultado, sua competência técnica e o nosso time que também deveria fazer isso, nada fez, tinha mais estrelas em campo do que qualquer time, mas todos trabalharam individualmente, não pensaram no trabalho em equipe, assim, fica mais fácil esconder sua incompetência dizendo que Zidane é excepcional, teve sorte naquele dia, estava mais motivado. Como diz Paulo Gaudêncio: “desculpas verdadeiras”, mas são apenas desculpas.

E no mundo empresarial, como isso se dá? É o que chamo de “terceirizar responsabilidades”.

As pessoas buscam um “Zidane” para culpar pelos seus erros, por não conseguir alcançar o que deseja e para aliviar diz: “tentei, mas…”.

Vou exemplificar com frases que ouço constantemente, completando a frase “Tentei, mas…”

  • meu sócio não quis (nunca conheci o sócio que não presta, nos treinamentos só aparecem os sócios que foram sacaneados)
  • o governo não ajuda
  • o banco não emprestou o dinheiro
  • os funcionários não são comprometidos
  • a mocinha ou o mocinho não fez (adoro esse, pois até agora não encontrei essa mocinha ou mocinho)
  • o dólar abaixou ou subiu
  • minha mãe não me entende (tem muito empresário carente nesse mundo)
  • o fornecedor não entregou
  • os clientes não compram
  • o lixeiro não passou
  • o carteiro não trouxe
  • o concorrente é desleal
  • a sogra me boicota (nessa hora, a sogra é de uma serventia!!)

Posso ficar o dia todo, colocando vários personagens aqui, mas de quem é realmente a responsabilidade? Totalmente, sua. Se você não colocar sua vida nas suas próprias mãos, ficará à mercê de outros e nada poderá fazer. Não adianta responsabilizar os outros, o que mudará na sua vida? Continuará no papel de vítima do mundo cruel, um verdadeiro Hardy (lembra daquela hiena que só reclama?).

O empreendedor assume seus erros e acertos e principalmente, busca aprender com seus erros para poder sempre se melhorar como pessoa e profissional.

Pare de ficar encontrando “Zidanes” em sua vida, pois no final das contas, você está fazendo uma excelente propaganda deles e mostrando sua total ineficácia.

Como escrever um Plano de Negócios (Parte 2)

No post anterior que trata desse assunto, fiz algumas perguntas norteadoras para a elaboração de um plano, você respondeu? Vou esclarecer o motivo delas: 

Para aqueles que desejam montar seu negócio, as perguntas eram: O que você deseja montar? Por que você quer esse negócio? Quanto você quer ganhar com esse negócio?

Muitas pessoas apenas respondem a primeira pergunta da seguinte forma: “Quero algo que dê dinheiro”. Mas exatamente, o quê? Para àqueles que não sabem, a primeira coisa que se deve fazer é uma boa pesquisa de mercado, saber o que as pessoas precisam e desejam e para quem já tem algo definido, lá vai outra pergunta, as pessoas realmente querem o que você vai oferecer? Não adianta você ter uma grande idéia se não tem mercado.

Vamos exemplificar, fui ministrar um treinamento no interior do Paraná e verifiquei que não haviam rotisserias no local, apenas alguns restaurantes; sendo assim, não seria uma boa idéia montar um boa rotisseria, afinal a concorrência era mínima, eu adoro cozinhar e seria uma novidade? Fui fazer uma pesquisa e verifiquei que seria uma péssima idéia, pois a região possui muitos imigrantes italianos que cultivam a tradição de fazer suas próprias massas e pratos e as pessoas não vivem a loucura das grandes cidades que tudo precisa ser urgente; nos supermercados encontramos poucos pratos prontos, pois não há procura. Os habitantes ainda cultivam o hábito de almoçarem e jantarem em casa com toda a família reunida.

Pois é, uma ótima IDÉIA, porém com poucas chances de êxito, por isso nunca deixe de realizar uma boa pesquisa de mercado.

Quando uma idéia de negócio começa a florescer, as pessoas se apaixonam por ela (veja meu post sobre isso) e não acreditam que algo pode dar errado. Cuidado em fazer algo que você ama e acha que pode virar um excelente negócio, muitas pessoas quando perguntadas por que montaram ou querem montar tal negócio respondem que é algo que gostam muito. Quando ouço essa resposta me parece que o negócio é mais um hobby e na verdade, não é (pode até ser para alguns). Já conheci muitos artesãos que são brilhantes, mas quando montar um negócio na área não deslancham, pois gostam de produzir, mas muitas vezes têm dó de vender, já viram isso? Ou então pessoas que acham que só porque gostam daquilo ou acham bacana, todos vão gostar.

Aqueles que querem empreender, precisam saber quanto querem ganhar com o negócio, caso contrário, como planejar a abertura e crescimento? Já vi pessoas investindo R$ 100.000,00 para lucrar R$ 800,00, sendo que em uma boa aplicação poderia até lucrar muito mais, quanto tempo essa pessoa vai demorar para recuperar seu investimento? Pode parecer estranho, mas grande parte das pessoas abre um negócio sem a menor noção de faturamento e lucratividade e aí vem a grande decepção.

Bem, vamos passar para aqueles que já têm um negócio próprio, as perguntas eram: Você está satisfeito com esse negócio? Como você vê o futuro desse negócio? Qual o faturamento que você deseja daqui a 5, 10, 20 anos?

É difícil você manter por muito tempo algo que não curte mais, por isso, quando bater um certo desânimo se questione se vale a pena estar nele ainda ou se vale vendê-lo ou mudar de ramo porque quando você está em uma fase de desmotivação (e isso não acontece só quando o negócio vai mal) não se consegue inovar, ter boas idéias, buscar outras oportunidades. Agora quando você curte sua empresa, as idéias fluem, as oportunidades aparecem, pois há sempre um desafio.

Pare, feche os olhos e vislumbre seu futuro… como você se vê? Com essa empresa ou não? Se não, o que você está fazendo? Se sim, como essa empresa está daqui a alguns anos? Isso é importante para você estabelecer suas metas pessoais e empresariais e elaborar seu planejamento.

No próximo post, falarei sobre a pesquisa de mercado.