Escute o que vem do chão de fábrica!

A comunicação é de fato um problema nas empresas.  Quando mais subimos de cargo, menos escutamos o que acontece no “chão da fábrica”, muitos ruídos acontecem na comunicação, um dos mais famosos é a “rádio peão”.

“Funcionários de chão de fábrica” é uma expressão frequentemente usada para denominar os colaboradores que trabalham em indústrias, no nível operacional da organização, geralmente em tarefas de produção. Mas podemos levar isso para o escritório, para startups, para qualquer ambiente de trabalho.

Quando começamos a subir hierarquicamente, ficamos distantes do “chão de fábrica” e acredito que nesta subida o ar fica mais rarefeito (rs), ou seja, começamos a ter os sintomas do aumento gradual da altitude, falta oxigênio e sem o oxigênio nosso cérebro começa a sofrer, podendo causar perda da visão dos micros processos, perda da condição motora de como fazer? o coma da inércia, o coração para de bater por realizações, entre outros problemas.

Tirando um pouco o lado sarcástico do post, o que quero dizer é que devemos sempre escutar o que vem do chão da fábrica ou do escritório, “os peões” sabem o que está acontecendo nos processos.

Quanto mais distante das fontes de comunicação e menos canais sadios, a empresa perde grandes informações que são primordiais para um planejamento estratégico. Esses canais que criamos na comunicação entre a hierarquia e chão de fábrica regam e distribuem de forma verdadeira e sistemática todo o plantio, deixando o chão de fábrica fértil e produtivo.

A comunicação deve fluir ao mesmo tempo, sem “delay”, o mesmo conteúdo e a mesma qualidade, nem mais nem menos, sem deixar dúvidas. Reuniões eficazes, bem estruturadas e com pautas definidas podem ajudar, mas o mais importante são aqueles cafezinhos na cozinha, o momento do cigarro (dos fumantes), o almoço da turma – esse sim é o momento de entender a equipe e saber de verdade o que está acontecendo.

Se todos estiverem cientes da importância do seu trabalho e dos seus propósitos será muito mais fácil chegar aos resultados. Esteja aberto para ouvir e tome decisões baseadas em fatos e não no “achismo”.

Não basta construir uma equipe, você deve conectá-las.

Até o próximo post.

Samuel Pagano

Sócio-proprietário da Fábrica de Empreendedores

samuel@fabricadeempreendedores.com.br

 

Pequenas ações, grandes feitos

Olá!

blurred-image-of-people-in-underground2016 passou rápido, não é? Parece que foi ontem. Uma sensação de que o tempo está voando a cada ano que passa, mas o tempo sempre é o mesmo. O que pode mudar são nossas atitudes no nosso dia a dia.

Pequenas ações levam a grandes feitos, mas para tudo isso acontecer temos que nos mexer. Nos preocupamos muitas vezes em superar os feitos de outras pessoas quando na verdade temos que superar a nós mesmos.

black-and-white-image-of-young-woman-sitting-on-benchSó você e mais ninguém sabe das suas dificuldades e resolvê-las depende 99% das suas atitudes. E quando essas dificuldades passam pelo financeiro e que muitas vezes buscamos resolvê-las de forma “desestruturada” e desesperada, ao invés de resolver, aumentamos o problema.

Este ano o TeuControle quer que você saia desse círculo vicioso, como dizemos “ é você, no controle das suas finanças

Nosso foco em 2017 é mostrar como você pode fazer um ano diferente, sair da rotina das tentativas e entrar na rotina do fazer: a palavra é executar!

tourist-looking-at-mountainsProblemas irão existir, mas se você estiver planejado as dificuldades serão enfrentadas com mais clareza e assertividade. Vamos construir um 2017 diferente e que não será mais do mesmo de 2016.

Inscreva-se no www.teucontrole.com e receba um Ebook de “Como começar seu planejamento financeiro pessoal”. Ele é simples e de fácil execução.

E para embalar este ano que tal um som,  aumente o volume…


Obrigado e até o próximo post.

Equipe TeuControle.com

Como escrever um plano de negócios (Parte 7)

No plano de negócios devemos dedicar uma parte especial às pessoas que estarão em nossa empresa, o chamado Recursos Humanos.

Quando uma empresa é pequena, normalmente, os sócios acabam sendo o “faz tudo”, porém devemos nos organizar para o crescimento e assim nos preocupar com a seleção, recrutamento, remuneração, avaliação e desenvolvimento dos nossos funcionários.

Vamos verificar com o que devemos nos preocupar em relação aos funcionários:

1. Determinar as funções na empresa. Quais e quantos profissionais preciso para que a empresa caminhe, qual a estrutura do organograma, descrever as responsabilidades e atribuições de cada um, determinar o salário por meio de uma pesquisa salarial.

2. Determinar como será realizado o processo seletivo. Se for interno, elaborar um roteiro de testes e entrevista. Se for externo, passar todas as informações necessárias para a captação via agências de emprego.

3. Plano de carreira e benefícios oferecidos. Elaborar um plano de como poderá ser o crescimento do funcionário dentro da empresa em relação a cargos ou salários e também os benefícios que serão oferecidos.

4. Avaliação de desempenho. Determinar períodos e instrumentos para que o funcionário receba um feedback de seu desempenho na empresa para que possa se desenvolver.

5. Treinamento e desenvolvimento. Verifique quais competências seu funcionário precisa desenvolver e assim proporcionar cursos internos e/ ou externos.

Tudo isso serve para que você tenha uma empresa mais profissionalizada, com “cada macaco no seu galho”, fazendo com que você possa captar e reter talentos para que sua empresa possa prosperar cada vez mais.

Filme: “Jerry Maguire – A grande virada”

Jerry MaguireJerry Maguire é um dos melhores agentes esportivos que trabalha em uma grande agência com várias estrelas do esporte como seus clientes. Porém, com o passar do tempo, verifica que um trabalho que visa o desenvolvimento de pessoas utilizando os relacionamentos passa a ser algo impessoal, sem escrúpulos, sem a preocupação com as pessoas, mas apenas com dinheiro, patrocínios, contratos, números.

Sem conseguir dormir, pensando em sua vida, resolve elaborar uma declaração de metas para a empresa onde trabalha, tira cópias e distribui para todos os agentes que o parabenizam pela coragem e reforçam o que havia escrito, que a empresa deveria se preocupar não com o número de clientes que cada agente possui, mas com a qualidade de relacionamento entre eles. Afinal, acredita que cada agente deve ser responsável em cuidar com muito carinho de cada cliente e sua família, dando um atendimento todo especial, pois são pessoas e não produtos inanimados, sem sentimentos.

Mas, Jerry fica muito mal visto com essa atitude, pois nesse mundo capitalista, o que importa é ter cada vez mais clientes, ganhando muito mais dinheiro. Sendo assim, é despedido e ao mesmo tempo perde a noiva que o chama de perdedor.

A única que o acompanha é Dorothy que trabalhava na empresa como contadora e admirada com sua declaração de metas e apaixonada por ele, resolve segui-lo na nova empreitada.

Jerry não consegue segurar seus antigos clientes, com exceção do jogador polêmico e falastrão de futebol americano, Rod Tidwell que continua com Jerry e deseja ganhar muito e muito dinheiro.

Porém, não é fácil trabalhar com Rod, pois reclama de tudo e de todos, é visto como um jogador problema e sem futuro, pois é baixinho para os padrões, apesar de ser talentoso.

Quando parece que tudo está perdido, acontece uma grande surpresa… que você só saberá assistindo ao filme todo.

Mas, enfim, o que podemos tirar de aprendizado com este filme? Vamos analisar sob algumas óticas.

Empresa e funcionários:

As empresas estão em pé de guerra para conseguir manter seus talentos, gastam muito no processo de seleção, depois em treinamento e em muito pouco tempo, vários desses talentos buscam outras oportunidades. Na visão de várias empresas, o que acontece é que esses funcionários querem ganhar mais, ter mais benefícios, são ingratos e infiéis. Já fui funcionária e após isto, tenho percorrido as empresas como instrutora de treinamento e consultora e vejo que apesar de muitas empresas terem um discurso de preocupação com o funcionário, na realidade, sua preocupação está apenas no resultado que busca, porém esquecem que esse resultado só será atingido se tiver pessoas saudáveis, equilibradas e felizes.

E o que encontro? Cada vez mais pessoas estressadas, super pressionadas (pela empresa que quer cada vez mais e pela família que implora sua presença), solitárias, infelizes. Não sou defensora do paternalismo empresarial de que a empresa é uma grande família, mas acredito, sinceramente, que os funcionários devem ser vistos como pessoas e serem respeitados.

Por outro lado, vejo cada vez mais funcionários sem um sentido na vida, pois não sabem o que desejam para seu futuro a longo prazo, acarretando também, a busca do emprego perfeito (sinto dizer que é muito difícil encontrar), sendo assim, ficam pulando de galho em galho. Nos treinamentos que ministro, sempre me perguntam: “em todas as empresas acontece o mesmo que aqui?”. E a resposta é sempre a mesma: “algumas coisas mais outras menos, mas no geral é tudo igual!”. A partir desse momento, muitos começam a estabelecer suas metas, buscando um sentido para sua vida e seu trabalho.

Empresas e clientes

Como cliente, posso afirmar que normalmente, somos considerados bons quando compramos e pagamos bem, caso contrário, seu histórico em nenhum momento é lembrado. Tenho um amigo que possui uma ótica há muitos anos, sempre teve inúmeros fornecedores, porém como muitos empreendedores, teve alguns problemas financeiros e deixou de pagar algumas contas e o que aconteceu? Vários fornecedores deixaram de vender e sumiram sem deixar rastro, mas alguns continuaram o relacionamento, mesmo com algumas exigências.

Há pouco tempo, meu amigo conseguiu reestabelecer seu crédito e quem apareceu com a maior cara de pau para vender seus produtos? O fornecedor que em nenhum momento foi seu parceiro, que o deixou sem produtos. E o que ele fez? Despachou o vendedor com toda a categoria, afinal conseguiu viver sem seus produtos e por que precisa dele agora? Meu amigo dá a prioridade de compra para aqueles que continuaram com ele apesar dos problemas.

 Acredito que esse filme, deixa 3 lições que devemos nos ater:

1. Ter uma declaração de metas – o que desejo para meu futuro? Onde quero chegar? O que quero fazer e como? Isto me ajudará a tornar meu dia mais intenso e com um sentido.

2. Amar tudo o que faz – isso será possível se eu estabelecer minhas metas, pois por mais que sejam coisas banais e às vezes chatas, sei o porquê disso e farei com prazer, pois sei que isto faz parte da minha jornada.

3. Os relacionamentos são importantes – pois por meio deles é que abrimos novas portas, conseguimos ajuda para atingir nossos objetivos, podemos ajudar e com isso, buscar um constante desenvolvimento.

O feedback

A bola da vez das empresas e profissionais é disseminar o processo de feedback, mas o que vi foi uma total falta de preparo dos gestores em lidar com isso.

Primeiro, porque muitos acreditam que o feedback é aprender como falar para as pessoas sobre seus defeitos “com jeitinho”, sem criar um clima ruim, sem melindrar o profissional.

Segundo, muitos profissionais que se dizem “expert” em feedback, na realidade, replicam o que lêem e não sabem como aplicar isso, pois muitos nem têm ou nunca tiveram equipes para verificar como isso se processa no dia-a-dia.

O feedback é um processo de mão dupla que deve ter a permissão de quem recebe e uma atenção de quem fornece.

Para entender melhor como isso se processa, apresentarei um instrumento que analisa o processo de intercomunicação pessoal que se chama Janela de Johari:

1. Área livre – onde constam informações que a pessoa conhece e as outras também.

2. Área do “mau hálito” – onde constam informações que a pessoa desconhece, mas as outras sabem. Por isso, que tem esse nome, afinal quem tem mau hálito é o último a saber.

3. Área oculta – onde constam informações que a pessoa conhece, mas as outras não.

4. Área do inconsciente – onde constam informações desconhecidas tanto para a pessoa quanto para as outras.

O grande mérito do feedback é fazer com que a pessoa descubra informações que ela desconhece para que possa desenvolver suas potencialidades, trabalhando seus pontos fracos e potencializando aqueles que são fortes e não simplesmente para que sejam expostos seus defeitos sem orientação. Isto é, trazer informações da área do “mau hálito” para a área livre.

Não se pode ir distribuindo feedback como se fosse uma metralhadora, as pessoas precisam querer crescer e por isso, querem receber feedback. Aqueles que não desejam receber, não podem ser obrigadas.

No ano passado, ministrei um treinamento para uma grande empresa que ocorreu na parte da tarde e na parte da manhã, todos os gestores receberam um treinamento sobre Feedback. Durante o almoço, um dos gestores se sentou em minha mesa e perguntei como tinha sido, o que havia visto e se toda a empresa passaria pelo treinamento.

Para minha surpresa, ele me disse que aprendeu como dizer ao funcionário sobre sua avaliação de desempenho sem parecer cruel e como gestor ele deveria replicar o que aprendeu para seus funcionários.

Quase engasguei com a comida, pois como alguém pode estar apto a falar sobre feedback com um treinamento de 4 horas? Muitas avaliações de desempenho apenas dão um retorno para o funcionário no fim do ano e como fica o acompanhamento durante o período para que ele possa se desenvolver?

O processo de feedback não é tão simplório. Ele é complexo, toda a equipe precisa estar conectada ao processo e ser conhecedora de todas as nuances, ela deve entender que o feedback é um processo que visa o desenvolvimento das pessoas e não sua exposição de forma a humilhá-la.

Por isso, vejo em vários treinamentos, pessoas que ainda mantêm o estigma do “mal” do feedback e dizem “odeio quem me dá!!!”.

Sinto dizer que, se você é daquele que acredita que lendo uma revista ou um livro que trata do assunto pode se tornar mestre em feedback, está redondamente enganado. O processo de feedback exige treino, sensibilidade, abertura em receber e, principalmente, gostar e respeitar as pessoas.

 

Pessoas que nos desafiam e nos mantêm vivas…

Leia esta parábola para fazermos uma análise de como são importantes as pessoas que mantêm nossos neurônios funcionando e nossa energia em alta:

“Havia um sábio reverenciado pelo povo como homem de Deus. Nem um dia se passava sem que uma multidão se postasse à sua porta buscando os conselhos, a cura ou a bênção do santo homem. Cada vez que o sábio falava, as pessoas ouviam atentamente tudo o que ele dizia, bebendo suas palavras.

Entretanto, havia na platéia um sujeito desagradável, que não perdia a oportunidade de contradizer o mestre. Notava as fraquezas do sábio e caçoava de seus defeitos, para a consternação dos discípulos, que começaram a considerá-lo o diabo em vida.

Bem, um dia o “diabo” ficou doente e morreu. Todos suspiraram de alívio. Exteriormente, mantiveram a apropriada aparência solene, mas no coração estavam alegres, pois as palestras inspiradas do mestre não mais seriam interrompidas, nem seu comportamento criticado por aquele herege desrespeitoso.

Por isso as pessoas ficaram surpresas ao ver o mestre mergulhado em genuína tristeza no funeral de seu maior crítico.

Quando, mais tarde, um discípulo perguntou-lhe se lamentava o destino eterno do morto, ele disse:

– Não, não. Por que deveria lamentar nosso amigo que agora está no céu? Era por mim mesmo que eu lamentava. O homem, afinal, era o único amigo que eu tinha. Agora estou cercado de pessoas que me reverenciam. Ele era o único que me desafiava. Com sua partida, temo parar de crescer.”

Muitas vezes, as pessoas reclamam de seus concorrentes, de clientes exigentes, de sócios críticos, porém são essas pessoas que avivam nossas vidas, que nos fazem pensar, movimentar, fazer coisas diferentes, enfim, crescermos e assim, podemos ter a possibilidade de a cada dia nos tornarmos melhores.

 

Filme: “Sexta-feira muito louca”

Sexta-feira muito loucaÉ um filme com um enredo nada original, mas que serve para fazermos uma excelente análise de nossas relações pessoais. 

Mãe e filha vivem em eterna crise, afinal são muito diferentes, não respeitam às opiniões alheias, não conseguem entrar em um consenso, pensam apenas em si, até que recebem um biscoito da sorte chinês que as faz trocar de corpos e aí começa uma enorme confusão, pois a mãe está de casamento marcado para o dia seguinte. 

Para que possam cumprir suas obrigações, elas se passam pela outra e descobrem que o feitiço só poderá ser desfeito se cumprirem o que diz a mensagem do biscoito que fala do amor verdadeiro e o resto do filme, só assistindo. 

Não falarei da relação mãe e filha, mas das relações pessoais, focando, exatamente, na empresa. 

Talvez, alguns que lêem meu blog constantemente, pensem… “por que ela fala tanto de pessoas se é um blog sobre Empreendedorismo?”.  

Porque o mundo dos negócios é feito por pessoas, sem elas, sem seu suporte, nada pode existir e, principalmente, se não sabemos lidar com elas, as empresas podem não ter o sucesso que tanto desejamos. 

A mensagem do biscoito chinês do filme fala do amor verdadeiro e o que isso quer dizer? 

Respeitar as pessoas, compreender suas necessidades, seus pontos de vista, conhecê-las melhor, nos conhecer também para que possamos lidar com as diferenças. 

Você acha que se conhece bem? É do tipo que acredita que sempre tem razão e não existe outra pessoa que possa fazer o trabalho tão bem quanto você? Não consegue delegar, pois desconfia da competência do outro? Encobre seu autoritarismo quando diz que faz pelo bem da equipe? Adora dar feedbacks, mas não consegue ouvir, pois pensa que não tem nada para aprender de novo, que sabe tudo? 

Se você se enquadra em algumas destas perguntas, acho que você tem um problema! 

O primeiro passo para lidar com pessoas é buscar seu autoconhecimento, pois como você pode compreender os outros se não consegue compreender a si próprio, respeitar suas limitações, potencializar seus pontos fortes? 

Quem já não teve no ambiente empresarial, conflitos pessoais? Aquele colega de trabalho que parece fazer tudo errado, o chefe que você acredita ser um incompetente, um funcionário que parece não te entender, entre outros. 

O que normalmente acontece é que permanecemos no nosso ponto de vista, acreditamos que esse é o mais correto e não conseguimos enxergar as situações do ponto de vista das outras pessoas, pois temos valores, crenças e preconceitos que fazem com que eu enxergue o mundo apenas do lado que desejo, das coisas que considero mais importantes. 

Muitos CEOs de grandes empresas estão sendo demitidos e por quê? Não por falta de competência técnica, mas por não saber guiar pessoas para buscarem os resultados empresariais, esquecem que apesar de estarem em um ambiente empresarial, essas pessoas não são apenas profissionais… são seres humanos com sentimentos, vontades, pontos fracos e fortes, sendo assim, precisam aprender a lidar com isso. 

Você já deve ter ouvido a história do vendedor brilhante que foi promovido para supervisor de venda e foi um fiasco nessa posição, sendo demitido. O que aconteceu? O gerente dessa pessoa, do “seu” ponto de vista, acreditava que um profissional como esse, seria brilhante em qualquer lugar e como “todo mundo”, quer ter uma oportunidade melhor, porém, não perguntou a esse vendedor se ele queria uma promoção e se sentia feliz e preparado para isso.  

Por isso, devemos respeitar as pessoas, cada uma tem sua ambição, sua forma de pensar e lidar com o mundo, você não pode querer mudá-la, a mudança só pode depender dela.  

Vou propor um desafio… que tal você trocar de função ou pelo menos assumir algumas tarefas de alguém  com quem você trabalha para começar a entender o ponto de vista do outro para que você possa ajudá-lo e ser ajudado e provavelmente, aprenderá coisas que nunca imaginou, ampliando sua visão de mundo.